1 de fevereiro de 2023

A Espreguiçadeira

Por Antonio Samarone * Não almejo o ócio sagrado (o sacerdócio), contento-me com o ócio contemplativo, do espírito e do […]
27 de janeiro de 2023

A alegria melancólica da solidão

Por Antonio Samarone * Dizer que não estávamos preparados para a velhice é uma desculpa mentirosa. Sempre soubemos, apenas fazíamos […]
24 de janeiro de 2023

Há mar

Por Lelê Teles* a manhã sendo. cinco e vinte da matina. acordei madrugador – ave de plumas livres -, e […]
20 de janeiro de 2023

O sonho de uma Polícia cidadã

Por Eduardo Marcelo Silva Rocha * A resolução de um problema exige, preliminarmente, admitir sua existência – por mais óbvio […]
17 de janeiro de 2023

A democracia não cairá

José Lima Santana* Abomino os extremismos. De direita e de esquerda. Digo isso antes que alguém (como já aconteceu algumas […]
16 de janeiro de 2023

Zé Carlos, o mordomo do Serigy

Por Antonio Samarone * No início da década de 1980, a Saúde Pública em Sergipe era comandada por José Machado […]
8 de janeiro de 2023

O caroço de Rufino

Por Antonio Samarone * “A única parte útil da medicina é a higiene, e esta, mais do que ciência, é […]
3 de janeiro de 2023

Há uma nova elite política em Sergipe?

José Vieira da Cruz* Um amigo, observando o perfil acadêmico do governo de Fábio Mitidieri (2023), constatou que alguns membros […]
29 de dezembro de 2022

Por que o símbolo da medicina é uma cobra?

Por Antônio Samarone * O símbolo da medicina é uma serpente que sobe pelo bastão de Asclépio. Esse símbolo remonta […]
24 de dezembro de 2022

Histórias do rio São Francisco: sujeitos, territórios e temporalidades

José Vieira da Cruz* Pedro Abelardo de Santana**  O dossiê Histórias do rio São Francisco: sujeitos, territórios e temporalidades tem […]