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Edise vai lançar dois livros no Museu da Gente Sergipana

Os dois livros serão lançados nesta quarta-feira, no Museu da Gente Sergipana

A Editora do Diário Oficial de Sergipe (Edise) vai lançar mais duas produções literárias: “Casa de Meninas: práticas educativas no Orfanato de São Cristóvão e na Escola da Imaculada Conceição” e “Internar para educar: colégios-internatos no Brasil (1840-1950)”, escritos, respectivamente, pela doutoranda em Educação Josineide Siqueira de Santana e pelo professor doutor Joaquim Tavares da Conceição. Os lançamentos vão acontecer, às 18h do próximo dia 23, no Museu da Gente Sergipana, em Aracaju.

Enquanto “Casa de Meninas” registra e analisa como eram as técnicas utilizadas para educação feminina no âmbito da orfandade, a obra “Internar para Educar” realiza um estudo aprofundado sobre as origens do sistema de internato, dando destaque àqueles colégios presentes em Sergipe e situando o surgimento das empresas familiares precursoras no que diz respeito ao serviço de internação.

Com uma linguagem, densidade teórica e riqueza de fontes que possibilitam um mergulho aprofundado na história de meninas que tiveram uma cultura escolar extremamente religiosa, e foram educadas “entre bordados, cadernos e orações”, “poética Casa de Meninas” tem como base a dissertação de Mestrado, de Josineide Siqueira, defendida no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGED), em abril de 2011.

Mais de 10 entrevistas

Segundo a autora do livro “Casa de Meninas”, entre ex-alunas, ex-diretoras e ex-professoras, foram ao todo mais de 10 entrevistadas. “Muitas tiveram dificuldade para relatar suas histórias, não por sentirem vergonha por terem passado pelo local, mas pelas lembranças da forma que chegaram àquele ambiente”, explica Josineide.

A linguagem utilizada em “Internar para Educar” não é muito diferente. Para compor o estudo, Joaquim Tavares recorreu a uma série de fontes, como: teses de doutoramento, literatura de ficção, dicionários, atas, pareceres, legislações nacionais e locais, relatórios públicos e privados, relatos de viagem, periódicos, anuários, almanaques.

Para Joaquim, a escolha pela Editora do Estado se deu pela excelência dos serviços prestados e pelo renome no meio acadêmico. “A Editora tem características que a torna valorizada no meio acadêmico, como a presença do Conselho Editorial e parcerias importantes, como a Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABEU). Estou muito satisfeito pelo resultado”, declarou.

Texto e foto: Ascom/Edise

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