Transplantado do coração em SE há 34 anos morre em AL
12 de abril de 2023
Troféu Brasil reúne a elite da ginástica em Aracaju
12 de abril de 2023
Exibir tudo

Mantida prisão dos policiais acusados pela morte de Genivaldo

Genivaldo foi morto numa câmara de gás improvisada na viatura da PRF

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, nesta terça-feira (11), a prisão preventiva de dois policiais rodoviários federais envolvidos no caso da “câmara de gás improvisada”, que resultou na morte por asfixia de Genivaldo de Jesus Santos. O fato ocorreu na cidade sergipana de Umbaúba, em maio de 2022.

A determinação é dos ministros da Sexta Turma. Ao negar o pedido de soltura feito pela defesa dos policiais, eles consideraram que a decisão que decretou a prisão preventiva foi fundamentada, uma vez que tomou como base as informações de que a vítima teria problemas mentais e não ofereceu resistência à abordagem dos policiais.

Genivaldo foi fechado no porta-malas de uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF) com bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Antes do assassinato, ele foi agredido, amarrado e posto dentro do veículo.

A defesa recorreu ao STJ depois de ter o pedido negado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, a quem alegou que os policiais são réus primários e têm bons antecedentes. Além disso, segundo a defesa, não houve notícia de que os agentes interferiram nas investigações durante o tempo em que estiveram soltos, o que afastaria a necessidade da prisão preventiva.

De acordo com o ministro Rogerio Schietti Cruz, relator do recurso, consta nos autos que os policiais foram avisados pelos transeuntes de que a vítima teria problemas mentais. O magistrado também apontou que há no processo um laudo que indica diversas lesões no corpo de Genivaldo, possivelmente em virtude do uso dos gases na viatura.

Fonte: Portal R7

Compartilhe:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *