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1 de junho de 2026
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UFS no ranking das 52 melhores universidades brasileiras

A lista foi elaborada pelo Centro para Rankings Universitários Mundiais

Cinquenta e duas universidades brasileiras aparecem bem colocadas no ranking que avalia as melhores instituições do mundo. Entre elas estão as universidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná. A Universidade Federal de Sergipe está na 38ª posição entre as brasileiras e aparece na 1.595 colocação do ranking mundial. A lista foi elaborada pelo CWUR (Centro para Rankings Universitários Mundiais), que analisou duas mil instituições ao redor do mundo.

Veja as melhores universidades brasileiras e sua posição no ranking:

1º Universidade de São Paulo: Posição geral 119;

2º: Universidade Federal do Rio de Janeiro: Posição geral 346;

3º: Universidade Estadual de Campinas: Posição geral 379;

4º: Universidade Federal do Rio Grande do Sul: Posição geral 476;

5º: Universidade Estadual Paulista: Posição geral 479;

6º: Universidade Federal de Minas Gerais: Posição geral 508;

7º: Universidade Federal de São Paulo: Posição geral 621;

8º: Fundação Oswaldo Cruz: Posição geral 682;

9º: Universidade Federal de Santa Catarina: Posição geral 732;

10º: Universidade Federal do Paraná: Posição geral 799;

11º: Universidade de Brasília: Posição geral: 837;

12º: Fundação Getúlio Vargas: 885;

13º: Universidade do Estado do Rio de Janeiro: 886;

14º: Universidade Federal de Pernambuco: 891;

15º: Universidade Federal do Rio Grande do Norte: 959;

16º: Universidade Federal de São Carlos: 969;

17º: Universidade Federal do Ceará: 1002;

18º: Universidade Federal Fluminense: 1006;

19º: Universidade Federal de Pelotas: 1013;

20º: Universidade Federal de Viçosa: 1015;

21º: Universidade Federal da Bahia: 1024;

22º: Universidade Federal de Santa Maria: 1071;

23º: Universidade Federal de Juiz de Fora: 1102;

24º: Universidade Federal de Goiás: 1129;

25º: Universidade Federal do ABC: 1183;

26º: Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas: 1214;

27º: Universidade Federal do Espírito Santo: 1275;

28º: Universidade Federal de Uberlândia: 1283;

29º: Universidade Federal da Paraíba: 1284;

30º: Universidade Federal do Pará: 1295;

31º: Universidade Federal de Lavras: 1302;

32º: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul: 1347;

33º: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE): 1382;

34º: Universidade Estadual de Maringá: 1422;

35º: Universidade Federal de São João del-Rei: 1479;

36º: Universidade Tecnológica Federal do Paraná: 1482;

37º: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul: 1539;

38º: Universidade Federal de Sergipe: 1595;

39º: Universidade Estadual de Londrina: 1601;

40º: Universidade Federal do Rio Grande: 1629;

41º: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA): 1632;

42º: Universidade Federal Rural de Pernambuco: 1715;

43º: Universidade Federal de Mato Grosso: 1778;

44º: Pontifícia Universidade Católica do Paraná: 1827;

45º: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro: 1838;

46º: Universidade Federal de Alagoas: 1931;

47º: Universidade Federal do Triângulo Mineiro: 1944;

48º: Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA): 1952;

49º: Universidade Federal de Campina Grande: 1962;

50º: Universidade Federal do Piauí: 1971;

51º: Universidade Federal de Ouro Preto: 1974;

52º: Instituto Tecnológico de Aeronáutica: 2000.

Entretanto, nove das 10 primeiras universidades classificadas caíram de posição em relação ao compilado de 2025. A USP caiu uma posição, a URFJ, 15, a Unicamp, dez, a Unesp, 22, a UFMG, 11, Unifesp, quatro, Fiocruz, 14, UFSC, cinco, e, por fim, a UFPR, com 16 posições.

A única que não teve uma queda foi a UFGRS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), que manteve a 476ª posição tanto em 2025 quanto em 2026.

De acordo com o CWUR, o principal fator para o declínio das universidades brasileiras é o desempenho em pesquisa, em meio à intensificação da concorrência global de instituições bem financiadas.

“As universidades brasileiras estão lutando para oferecer uma educação de alta qualidade, atrair e reter talentos e produzir pesquisa de qualidade em escala”, afirma o presidente do CWUR, Nadim Mahassen.

Fonte: Rede CNN Brasil

 

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