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31 de outubro de 2026
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IBURA: de lugar de memórias a território quase esquecido em Sergipe

Por Amâncio Cardoso*

Ibura, provavelmente em 1970

A Ibura, área rural de 144 hectares, localizada na BR-101, km 85, no município de Nossa Senhora do Socorro, e próxima à Aracaju, já foi considerada um dos lugares mais aprazíveis de Sergipe. Houve época em que a prestação de serviço ao público e visitas ao local eram constantes. Hoje, ela foi praticamente esquecida, seus antigos bens móveis e imóveis estão em ruínas ou precarizados, muito embora sua cobertura vegetal ainda esteja preservada e seus recursos hídricos abasteçam parcela da região metropolitana da capital.

Vejamos, então, alguns aspectos da história da Ibura para compreender as transformações institucionais que afetaram seu território; bem como os motivos de seu paulatino apagamento da memória coletiva, apesar de sua importância sócio-ambiental para o Estado.  

Ibura é palavra de origem indígena. O estudioso Armindo Guaraná assim a decifrou: I (água); bura (que borbulha). Ou seja, Ibura seria minadouro ou olho d’água. Esse significado etimológico corresponde à realidade do lugar, pois na Ibura se encontram as águas subterrâneas e nascentes do aquífero Sapucari, o qual abastece de água potável a região metropolitana de Aracaju.[1] 

A origem da Ibura é antiga. Em 1590, as terras indígenas entre os rios Itanhi (Real) e Opará (São Francisco) foram tomadas pelo exército de Cristóvão de Barros, dando início à colonização. Assim, em meados do século XVII, a Ibura foi doada em Sesmaria à Companhia de Jesus. Entretanto, em 1759, os padres inacianos foram expulsos e os bens confiscados em todo Império Português, após decreto do Marquês de Pombal (1699-1782).[2]

No século XIX, a velha fazenda Ibura fora hipotecada à Santa Casa de Misericórdia da Bahia, por escritura pública passada em 1827. Desse modo, em 1850, o procurador da Santa Casa, o advogado sergipano, Martinho de Freitas Garcez (1810-1861), propôs ação executiva para pagamento da dívida de quase sete contos de réis, além de juros, aos herdeiros de Francisco Rolemberg Chaves. Como garantia do pagamento da hipoteca, foram sequestrados bens e terras da Ibura para que não fossem vendidos a terceiros antes da execução da dívida.[3]

Não sabemos quem se tornou, depois da ação judicial, o proprietário da Ibura. O certo é que no século seguinte, o governo do Estado de Sergipe comprou a fazenda em junho de 1917. Ali, foi instalado um posto zootécnico para reprodução e melhoramento de raças da pecuária sergipana.[4]

Para facilitar o acesso de pessoas, cargas e insumos à Ibura construiu-se um ponto de parada de trem no local. O responsável pela obra foi o engenheiro-militar sergipano Firmo Freire (1881-1967), que também levantou estábulos para animais reprodutores, enviados ao posto zootécnico pelo Ministério da Agricultura.[5]

No ano seguinte, 1918, a Ibura abrigou um outro importante serviço para o homem do campo: a estação meteorológica. Através dela, o agricultor obtinha informações de orientação sobre condições climáticas (vento, chuva, temperatura e pressão), para melhor empreender suas culturas agropastoris. Os dados meteorológicos eram publicados nos jornais de Aracaju.[6]

Escola da Ibura

Além dos serviços técnicos, a Ibura também prestava serviço social, como área de lazer. Um exemplo, ocorreu em outubro de 1919. Nesta data, o Clube Esportivo Feminino de Aracaju, organizou um pic-nic para sócias e convidados. As fotos do evento foram tiradas por Leone Ossovigi, o mesmo fotógrafo paulista que produziu as imagens do Álbum de Sergipe, de 1920, organizado por Clodomir Silva (1892-1932).[7] 

Na despedida do Clube Feminino, os agradecimentos foram feitos pela oradora, Cezartina Regis (1890-1980), farmacêutica pioneira em Sergipe. Já em nome dos convidados, falou Amintas José Jorge (1860-1945), militar da Marinha e presidente do IHGSE entre 1925 e 1927.[8]

Outro evento, com maior dimensão, foi organizado em 1920 pela Comissão Central dos festejos do centenário de Emancipação Política de Sergipe. A Ibura foi inclusa na programação. Assim, no dia 25 de outubro, realizou-se um “Garden Party” e inauguração de novos departamentos.[9] 

Na década de 1930, iniciou-se uma nova comemoração: o dia da árvore. Notas nos jornais eram publicadas, conclamando a população a plantar árvores para melhoria ambiental e bem estar humano. A partir de então, o Horto Florestal da Ibura passou a distribuir, gratuitamente, mudas ornamentais e frutíferas da região para plantio em ruas, jardins e chácaras.[10]

Durante o Estado Novo (1937-1945), os serviços de melhoria das raças dos rebanhos, promovido há três décadas pelo posto da Ibura, foram praticamente extintos. Para substituí-los, os deputados federais por Sergipe Graccho Cardoso, Leandro Maciel e Heribaldo Vieira propuseram uma emenda ao Orçamento da República para 1949, criando em seu lugar uma Fazenda Modelo às margens do Poxim. Com isso, a Ibura deixou de oferecer serviços aos pecuaristas.[11]

Sendo assim, a Ibura investiu cada vez mais no âmbito da preservação da flora e dos corpos hídricos. E sempre publicando notas em jornais, como forma de difusão da educação ambiental, a exemplo de cuidados com nascentes e mananciais de água potável; manutenção de matas em fazendas; reflorestamento tecnicamente orientado, entre outros.[12]

Como reforço de sua interação com o público, o apoio a festas no horto continuou. Um exemplo foi a dos alunos da Faculdade de Filosofia de Sergipe que promoveram, em 1956, um “trote educativo” para os calouros. Ao invés de uma recepção dos novatos com violência, os veteranos realizaram um “passeio de confraternização” na Ibura, onde passaram o dia cultivando “sentimentos de comunidade, de cooperação e de coleguismo”.[13]

Na metade do século XX, a Ibura entrou para a memória literária do Estado. Pois um dos mais consagrados poetas sergipanos, João Freire Ribeiro (1911-1975), homenageou a instituição em seu poema “Cântico de amor à Velha Ibura”, de 1951. O autor era natural do mesmo município, Nossa Senhora do Socorro, e havia passado um tempo da infância na Ibura. Leiamos as duas últimas estrofes: 

“Nada resta, nada resta/ do sobrado sonolento,/ daquele imenso convento/ que foi Cruz, Escola e Festa!… / Somente pedras atestam/ o lugar da ‘Velha Ibura’,/ outrora, augusta e sóbria/ como a vi na meninice,/ cheia de lendas, histórias/ do Missal dessas memórias/ dos tempos da Companhia!”.

O poeta reporta à Ibura dos Jesuítas, lugar ainda vivo em sua memória de infância. Pois, na epidemia de gripe espanhola, entre 1918 e 1919, o pai de Freire Ribeiro solicitara ao então diretor da Ibura, seu amigo, que internasse o menino ali, para livrá-lo da perigosa doença.[14]

O Horto Florestal da Ibura era considerado um lugar de alta salubridade, devido à presença de suas matas. Mas só a partir de 1958, essa ideia seria ainda mais consolidada. Foi quando assumiu a direção da Ibura o engenheiro agrônomo Roberto da Costa Barros (1928-1985). Ele era um “verdadeiro entusiasta” da causa ambiental, do ensino agronômico e da arborização. Nas escolas, promoveu conferências e debates sobre saúde e meio ambiente.[15]

O novo diretor da Ibura, além de produzir mudas e distribuir gratuitamente, incentivava o plantio junto a prefeituras e lavradores, bem como promovia exposições em espaços públicos, para sensibilizar pessoas a plantarem árvores. Assim, a Ibura se tornou, na administração de Roberto Barros, o maior produtor de mudas arbóreas de nosso Estado.[16]

O Horto da Ibura distribuía três tipos de mudas. Ornamentais (cabrita, cássia e palmeira real); frutíferas (cajueiro, jaqueira, sapotizeiro, goiabeira, pitangueira, etc.); e de exploração econômica (eucalipto, ipê, pau brasil, peroba, pau d’arco, sabiá, entre outras). As mudas eram entregues pela “operação latas vazias”, campanha do diretor da Ibura junto à população, com o fim de reutilizar latas que serviriam de vasilhas de  plantas doadas às pessoas e instituições.[17]

Casas de funcionários da Ibura

Paralelo aos serviços ambientais, a Ibura continuou a ser o local preferido para confraternizações. A exemplo da festa dos magistrados do Poder Judiciário de Sergipe, com presença do então governador Luiz Garcia (1910-2001). Outro exemplo, foram as comemorações religiosas, como a do dia da Páscoa. Afinal, o Horto da Ibura era uma das instituições mais demandadas do Estado, embora sofresse com dificuldades orçamentárias e financeiras, além de deficiências técnicas e humanas, oriundas da má gestão do Ministério da Agricultura, ao qual estava vinculado, sentenciou um crítico na imprensa, acompanhado pelo testemunho do próprio diretor Roberto Barros.

Apesar dos obstáculos sempre reclamados por dr. Roberto Barros, houve intenso esforço para transformar a Ibura em atrativo turístico, contando com apoio da comunidade externa. O primeiro passo foi inaugurar, em 1966, uma grande piscina pública de água mineral e outros equipamentos. A partir de então, a Ibura alcançou o auge de seu percurso, recebendo muitos visitantes no mais atraente balneário público do Estado.[18]

No campo da pesquisa, a Ibura foi transformada em estação florestal experimental. Desenvolveram-se pesquisas com cajueiros, por exemplo, cujas mudas foram exportadas para industrialização do fruto. Por outro lado, apesar do corte de 30% das verbas designadas pelo Ministério da Agricultura, o trabalho social não foi paralisado, a exemplo da manutenção da Escola “João Augusto Falcão”, com cem alunos, a maioria filhos dos funcionários e de moradores circunvizinhos.[19]

Devido ao sucesso de suas ações, em dezembro de 1964, a Ibura foi destaque numa reportagem especial, de página inteira e com fotos, do Sergipe Jornal. A matéria foi redigida pelo jornalista Juarez Ribeiro, que foi à Ibura acompanhado pelo então deputado federal José Carlos Teixeira (1936-2018). Eles foram recebidos pelo diretor, Roberto Barros, que falou sobre precariedade de recursos materiais e financeiros. Mas também destacou serviços realizados: pesquisas da estação experimental; campanhas educativas; distribuição de mudas de plantas; funcionamento da escola; reforma das casas dos funcionários; construção das piscinas: uma para o público, outra para funcionários e uma para casa do diretor.[20] 

Em 1968, correram notícias contra as piscinas da Ibura. Diziam estar contaminadas por doença infecto-contagiosa. Mas, logo depois, constatou-se como falsas. O dr. Roberto Barros enviou notas aos jornais desmentindo. Ele anexou exames realizados pelo Ministério da Saúde, provando a inexistência de focos de esquistossomose. Assim, eliminaram-se a notícia anônima e o pânico geral.[21]

As condições higiênicas das piscinas pareciam ser tão boas que o fazendeiro e político de Propriá, Pedro Chaves (1900-1981), promoveu uma festa no Horto Florestal da Ibura em 1969, comemorando o dia do radialista. O evento foi bastante concorrido, a ponto de um articulista acentuar que foi marcante a presença de “muitos penetras”.[22]

Outra visita memorável à Ibura, para fazer uso de suas instalações, ocorreu em 1973. O time de futebol do Clube Esportivo Sergipe, um dos mais populares do Estado, iria enfrentar no final de semana seguinte, o histórico rival Confiança. Para preparar a equipe, o Sergipe treinou na Ibura exercícios aeróbicos. E, em seguida, os jogadores tomaram banho na piscina denominada “Olhos d’água”, que significa Ibura na língua tupi, como vimos.[23] 

Por falar em água, foi a partir de 1973 que a DESO (Companhia de Saneamento de Sergipe) iniciou estudos para captação de água potável da Ibura, como auxiliar dos sistemas Cabrita e Poxim no abastecimento de Aracaju, cuja população aumentara significativamente na década de 1970, após a chegada da Petrobras e de outras empresas. Aqueles dois sistemas já estavam no limite e a água se escasseava na capital.[24]

Portanto, para tentar resolver o problema, em janeiro de 1975, o governador Paulo Barreto de Menezes (1925-2016) inaugurou a “Adutora da Ibura”, que passou a servir vários bairros de Aracaju com água potável. Aliás, até hoje esse fornecimento continua na região metropolitana, atestando a importância vital da Ibura, que desempenha um papel crucial na segurança hídrica do Estado.[25]

Talvez por esse motivo, ocorreu em 2005 uma grande transformação institucional: o Horto Florestal se transformou em FLONAI (Floresta Nacional da Ibura). Com esta mudança jurídica a relação com a população do entorno também se modificou. O acesso tornou-se restrito, sobretudo para moradores do povoado Estiva, no município de Socorro, vizinho à Ibura, que interagia com a instituição.

Dessa forma, de acordo com pesquisa de campo realizada em 2012, a população não teve mais acesso livre à Flonai. Com isto, os moradores vizinhos também não poderiam mais usar a área para lazer, nem extrair madeira e ervas medicinais. Assim, segundo a percepção dos habitantes do povoado Estiva, a mata ficou isolada, favorecendo a violência na região, porque passou a servir de refúgio para infratores. Além disso, com a restrição do acesso, eles sentiram a diminuição do poder aquisitivo, pois produtos extraídos da Ibura, e outros vendidos aos visitantes, se constituíam em complemento de renda aos moradores da Estiva.[26]

Desde então, com o passar dos anos, houve um intenso afastamento e, por conseguinte, um relativo esquecimento do público em geral por aquele território, que fora a principal área de lazer. Mesmo assim, apesar da restrição uso e acesso, a Floresta Nacional da Ibura teve, e ainda deve ter, um lugar especial na memória de grande parcela dos sergipanos.

*Historiador

Referências:

1 – GUARANÁ, Armindo. Glossário etimológico dos nomes da língua tupi na Geografia de Sergipe. Revista do IHGSE, Aracaju, v. 3, p. 297-326, 1916. p. 308; SILVA, M. S. F. & SOUZA, R. M. O potencial fitogeográfico de Sergipe: uma abordagem a partir das unidades de conservação de uso sustentável. Scientia Plena. Aracaju, Associação Sergipana de Ciências, v. 5, p. 04-05, nº 10. Disponível em: https://www.periodicos.capes.gov.br/. Acesso em: 18/09/2026. 

2 – FREIRE, Felisbelo. História de Sergipe. Rio de Janeiro: Typographia Perseverança, 1891. p. 39 (nota 32).

3 – O capitão Manoel Fernandes de Souza e o major Francisco Rolemberg Chaves aparecem como 1º e 2º proprietários do antigo engenho Ibura no século XIX, que pertencera à Companhia de Jesus. Correio Sergipense. São Cristóvão, 05 de junho de 1850, nº 42, p. 04; Correio Sergipense. São Cristóvão, 26 de julho de 1851, nº 52, p. 06. 

4 – O agrônomo José Constantino Gomes Ferreira foi o primeiro diretor da Ibura. VALADÃO, Manuel P. de Oliveira. Mensagem enviada à Assembleia do Estado de Sergipe. Aracajau: Imprensa Oficial, em 07 de setembro de 1917. p. 24; Correio de Aracaju, 19 de junho 1917, nº 2.068, p. 01. 

5 – Correio de Aracaju, 28 de julho de 1917, nº 2.098, p. 01.

6 – Estado de Sergipe. Aracaju, 25 de dezembro de 1918, nº 5.637, p. 02. 

7 – O transporte utilizado pelo Club Sportivo Feminino para chegar até a Ibura foi o trem especial, ao invés de lanchas que aportariam no rio Cotinguiba, conforme anteriormente deliberado. Correio de Aracaju, 04 de outubro de 1919, nº 2.704, p. 03. 

8 – As integrantes do Club Sportivo Feminino que estavam no pic-nic da Ibura eram: Jesuína Jorge, Eulália Azevedo, Elizabeth Quiroz, Maria Almeida, Amélia Chaves, Marina e Candoca Jorge, Luiza e Aracy Paes, Jasmesia e Edeltrudes Figueiredo, Mimosa, Odete, Jesuína, Ilnah Coelho, Leonor Coelho, Leonor Queiroz, Haydée Goes, Ilnah e Gyselia Santiago, Berenice Chaves, Nedith Lopes, Cezartina Regis, Celsa Almeida e Rosina Lopes. Na ocasião, elas disputaram uma competição de tiro ao alvo, sagrando-se campeã a senhorita Candoca Jorge. Correio de Aracaju, 15 de outubro de 1919, nº 2.713, p. 03. 

9 – Correio de Aracaju, 03 de setembro de 1920, nº 2.951, p. 03.

10 – A República. Aracaju, 21 de setembro de 1935, nº 1.125. p. 02; Correio de Aracaju, 20 de setembro de 1939, nº 1.419, p. 01; Sergipe Jornal. Aracaju, 14 de abril de 1951, nº 12.660, p. 04.

11 – Sergipe Jornal. Aracaju, 21 de agosto de 1948, nº 12.028, p. 01.

12 – Correio de Aracaju, 28 de abril de 1951, nº 5.203, p. 04.

13 – O Trote da Faculdade de Filosofia. A Cruzada. Aracaju, 19 de maio de 1956, nº 940, p. 01.

14 – Correio de Aracaju, 08 de novembro de 1951, nº 5.401, p. 4.

15 – Roberto da Costa Barros nasceu em Riachuelo-SE, em 1928. Graduou-se na Escola Agronômica da Bahia, iniciando sua carreira em 1957, como chefe do Posto Agropecuário de Riachão do Dantas-SE. Entre 1968 e 1970, assumiu a Presidência da Associação Sergipana de Agronomia (ASA). Entre 1968 e 1975, foi promovido a Delegado Estadual do IBDF. Roberto Barros faleceu em agosto de 1985. Jornal AEASE. Aracaju, abr., mai., jun. de 2011, nº XX, p. 03; Sergipe Jornal. Aracaju, 25 de setembro de 1958, nº 13.928, p. 02; Correio de Aracaju, 17 de agosto de 1961, nº 2.591, p. 01.

16 – AEASE. A História viva da AEASE: 70 anos de luta em defesa do Engenheiro Agrônomo, da Agricultura e da Sociedade Sergipana. Aracaju: Infographics, 2022. p. 44-45; Correio de Aracaju, 27 de setembro de 1958, nº 6.185, p. 02; A Cruzada. Aracaju, 17 de setembro de 1960, nº 1.158, p. 05. 

17 – A Cruzada. Aracaju, 19 de março de 1960 , p. 03; A Cruzada. Aracaju, 06 de agosto de 1960, nº 1.153, p. 04; A Cruzada. Aracaju, 10 de setembro de 1960, nº 1.157, p. 05; Correio de Aracaju, 10 de maio de 1960, nº 6.387, p. 02.

18 – A Cruzada. Aracaju, 17 de dezembro de 1960, nº 1.170, p. 01;  A Cruzada. Aracaju, 16 de junho de 1962, nº 1.354, p. 02;  Sergipe Jornal. Aracaju, 27 de dezembro de 1964, nº 14.389, p. 01; Gazeta de Sergipe. Aracaju, 28 de dezembro de 1965, nº 2.899, p. 03.

19 – Sergipe Jornal. Aracaju, 15 de maio de 1965, nº 14.594, p. 04. 

20 – As edificações que se encontram em ruínas formam, desde 27 de julho de 2007, o Sítio Arqueológico Ibura, tombado pelo IPHAN-SE. O Sítio Arqueológico é constituído por 30 construções que hoje estão em estado de ruína ou quase isso. Sobre o conjunto arquitetônico e as piscinas, ver. SANTOS, Jorgenaldo Calazans dos. As multiterritorialidades no processo de criação da Floresta Nacional da Ibura. São Cristóvão, UFS/NPGEO, 2013. (Dissertação de mestrado). Sergipe Jornal. Aracaju, 30 de dezembro de 1964, nº 14.391, p. 06; Sergipe Jornal. Aracaju, 22 de outubro de 1965, nº 14.215, p. 04. 

21 – A Cruzada. Aracaju, 25 de maio de 1968, nº 1.546, p. 08.

22 – A Cruzada. Aracaju, 27 de setembro de 1969, nº 1.598, p. 04.

23 – Gazeta de Sergipe. Aracaju, 02 de fevereiro de 1973, nº 4.402, p. 10.

24 – Gazeta de Sergipe. Aracaju, 11 e 12 de fevereiro de 1973, nº 4.409, p. 04; Gazeta de Sergipe. Aracaju, 24 de fevereiro de 1973, nº 4.420, p. 01.

25 – Gazeta de Sergipe. Aracaju, 28 de dezembro de 1974, nº 4.958, p. 01; Gazeta de Sergipe. Aracaju, 16 de março de 1982, nº 7.034, p. 02.

26 – SANTOS, Jorgenaldo Calazans dos. As multiterritorialidades no processo de criação da Floresta Nacional da Ibura. São Cristóvão, UFS/NPGEO, 2013. (Dissertação de mestrado).

O texto acima é opinião do autor e não representa necessariamente o pensamento do site Destaquenoticias.

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