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Sindifisco promove 2º dia de paralisação na Fazenda

Em protesto na Secretaria da Fazenda, os auditores cobram melhoria salarial ao governo Mitidieri

Os auditores e auditoras fiscais tributários realizam, nesta quarta-feira (13), o 2º dia de paralisação para cobrar do governo estadual a abertura de diálogo sobre a pauta de reivindicações. A categoria também cruzam os braços ontem (12), tendo realizado manifestação para cobrar a manutenção de direitos dos auditores e auditoras. O ato aconteceu na manhã desta terça-feira, em frente à sede da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), no prédio Aracaju Boulevard, em Aracaju.

“O nosso movimento de paralisar as atividades dois dias a cada semana foi a forma aprovada por nossa assembleia e visa demonstrar a indignação e cobrar diretamente do governador Fábio Mitidieri (PSD) a abertura das negociações para discutir a pauta apresentada em 2024”, afirma o presidente do Sindifisco, José Antônio. Segundo ele, às 15h30 desta terça-feira, será realizada uma nova assembleia na sede do sindicato para avaliar o movimento paredista.

Os auditores não aceitam a proposta de revogação unilateral do Bônus de Aumento de Arrecadação Própria (BAP) anunciada sem que sejam assegurados os direitos garantidos e que estão sendo usurpados pela nova gratificação chamada Incentivo à Modernização da Relação Fisco-Contribuinte (IMFC), especialmente por excluir o direito à percepção do valor que era garantido aos aposentados e pensionistas, além de ser considerada insuficiente, excludente e fomentar a divisão entre os servidores. A categoria também reivindica a revisão salarial anual, o aumento do último nível da tabela salarial e o auxílio-saúde.

Punindo aposentados

José Antônio afirma que a categoria questiona a lógica de um projeto de lei (o projeto do IMFC) que, ao mesmo tempo, revoga direitos de aposentados e pensionistas e cria um benefício para a alta cúpula da Sefaz que supera em seis vezes o valor devido aos inativos. O presidente também aponta a incoerência de revogar o direito à percepção de valores durante a licença-maternidade, enquanto, na mesma medida, aumenta em até 42,5% os salários de cargos de confiança. Além disso, critica a retirada de direitos de servidores em licença-prêmio, licença médica ou que sofreram acidentes, enquanto novos cargos de confiança são criados na estrutura da Secretaria da Fazenda.

Foto: Sindifisco

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