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Petrobras confirma o “Sergipe Águas Profundas” para 2030

A Petrobras não definiu a data para a segunda plataforma do SEAP entrar em operação

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, nessa quinta-feira (27), o Plano de Negócios 2026-2030 (PN 2026-30), que prevê US$ 109 bilhões em investimentos, com foco em expansão, eficiência e transição energética. Pelo Plano aprovado, a primeira plataforma Para o Projeto Sergipe Águas Profundas (SEAP) continua prevista para 2030, enquanto a segunda está sem data. A depender do resultado da licitação, ainda em curso, poderá entrar em operação em 2032.

O Projeto Sergipe Águas Profundas tem potencial para colocar o estado em um novo patamar de arrecadação e produção energética. Cerca de US$ 5 bilhões (aproximadamente R$ 25 bilhões) devem ser investidos no projeto, podendo gerar um impacto no PIB estadual de até R$ 37,8 bilhões ao longo do ciclo do projeto.

O SEAP também inclui a implantação de um gasoduto capaz de escoar 18 milhões de metros cúbicos (m³) de gás por dia, além de toda a infraestrutura submarina (subsea) necessária. Assim que os FPSOs forem contratados, devem ser iniciadas as frentes de trabalho ligadas ao gasoduto e à malha submarina.

Primeiro corte em três anos

A Petrobras fez o primeiro corte em três anos nos recursos destinados ao aumento de reservas e da produção de óleo e gás natural. São US$ 69 bilhões na carteira firme de projetos de E&P, US$ 7 bilhões a menos que o ciclo anterior de cinco anos.

Pela primeira vez desde que passou a separar a carteira firme de projetos (“em implantação”), a Petrobras decidiu alocar uma parcela relevante de recursos, um total de US$ 9 bilhões, na parcela dos investimentos em E&P carente de validação (“em avaliação”).

O plano de negócios 2026-2030 tem um total de US$ 78 bilhões para o E&P, atividade prioritária da companhia. No ciclo anterior (2025-2029), foram US$ 77 bilhões, sendo US$ 1 bilhão em avaliação; e em 2024-2028, US$ 73 bilhões, totalmente alocados na carteira “em implantação”.

A confecção do plano foi marcada pela disputa, captada pela Petrobras, contra a sanção de um dispositivo na MP 1304 para corrigir a base de cálculo do pagamento de royalties. O governo Lula vetou, atendendo o pedido das petroleiras e dos ministérios de Minas e Energia (MME) e do Planejamento (MPO), contrariando a posição da Fazenda.

Com informações do site Eixos (Foto: Petrobras)

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