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25 de março de 2026
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“Pão nosso de cada dia”: Aracaju e as antigas padarias

Por Amâncio Cardoso*

Quando Aracaju foi fundada, o pequeno comércio se instalou aos poucos. As necessidades básicas dos primeiros moradores foram supridas paulatinamente, na medida em que o projeto de mudança da capital foi ganhando credibilidade.

No início, poucos negociantes acreditaram na nova capital como local de investimento, cujo jovem governante, Inácio Barbosa, havia falecido em outubro de 1855, sete meses após a aprovação da transferência de São Cristóvão para Aracaju. Ainda mais, neste período, a província foi atingida por uma grave epidemia de cólera, entre 1855 e 1856, vitimando sergipanos e paralisando a construção da nova cidade.[1]

Esse cenário, em princípio, desanimou investidores. Os ânimos só retomaram nos anos seguintes. Mesmo assim, as primeiras casas comerciais se instalaram em casebres de taipa cobertas de palha, ou toda de palha. Isto ocorrera, talvez, por dificuldade de material e mão de obra após a epidemia, ou também por falta de crença nos destinos da Barbosópolis.[2]

Um dos primeiros ramos de negócio instalado em Aracaju foi o de alimentação básica, a exemplo das padarias, para suprir a população adventícia, que chegava sobretudo do interior da província.

“Padaria”, aquarela sobre papel, 15 x 22 cm, J.B. Debret, Rio de Janeiro, c.1820-1830. Fonte: https://ensinarhistoria.com.br/

Neste sentido, um comerciante pioneiro foi o dono de antiga padaria em São Cristóvão, José Victorino de Moraes. Logo após a mudança da capital, ele veio para Aracaju em 1858. Mas desde 1850, pelo menos, ele mantinha seu negócio na rua Direita do Palácio na antiga capital da província. E na nova capital, Aracaju, ele migrou para a rua de São Cristóvão, esquina com rua da Aurora, atual rua da Frente.[3]

Contudo, em 1861, José Victorino passou a sua panificação, e o ponto comercial, para Manoel José Rodrigues. Manoel deu continuidade ao trabalho do seu antecessor na fabricação de “pão, biscoitos, bolachão, bolachas, roscas, bolachinhas Americanas e outras muitas coisas”.[4]

Outro panificador pioneiro em Aracaju foi Domingos Rodrigues Ningão. Ele se estabeleceu com sua padaria, também na rua de São Cristóvão, centro de Aracaju, em 1859. Ningão anunciou que usava massas finas para fazer “pão de ló, pudins, bolos ingleses, etc.” E para adquirir crédito com o público, ele garantia que ficaria com os produtos encomendados, se a encomenda não saísse “ao agrado do comprador”.[5]

Uma nova padaria surgiu em Aracaju em junho 1860, cinco meses após a visita de suas majestades imperiais à província. Seu proprietário, Joaquim José de Souza Moureira, informou que “faz pão todos os dias, de manhã e às 06 horas da tarde”, para que a massa chegasse “fresquinha” à mesa dos fregueses. No entanto, no seu anúncio, sr. Moureira não disse onde se localizava sua padaria. Talvez, ele achasse o endereço desnecessário devido à diminuta área urbana da capital, com apenas cinco anos de fundação.[6]

Em 1861, o já citado sr. Ningão vendia farinha de milho como diferencial na feitura de seus pães. Ela servia também “para o cuscuz e manauê”. Este último é um tradicional bolo de milho, servido durante os festejos juninos em Sergipe.[7]

O também já citado, Manoel José Rodrigues, publicou em 1863, que sua padaria fazia os melhores pães de Aracaju “por ter bons padeiros” que fabricavam todas as qualidades de massa. Encontramos anúncios da padaria do sr. Manoel Rodrigues até o ano de 1879, sendo ele um dos primeiros comerciantes de pão em Aracaju.[8]

No ano de 1874, anunciou-se a Padaria Lima Coelho, que também não forneceu endereço. O proprietário, Martinho José de Lima Coelho, afirmou que “nesta padaria não se vende por lb [libra] e sim por k [quilo]”. O senhor Lima Coelho já se preparava para as mudanças introduzidas pelos novos padrões de pesos e medidas impostos aos consumidores de todo Império, o que provocou movimentos denominados de Revolta do Quebra-Quilos, entre outubro de 1874 e janeiro de 1875, principalmente no Nordeste.[9]

Essa revolta se caracterizou por ações contestadoras contra a mudança imposta pelo governo imperial do sistema de pesos e medidas antigos (côvado, braças, quintais e libras) por um novo sistema (quilo, grama, metro). O estopim foi a lei aprovada em 1862, e posta em prática em 1872, estabelecendo o novo sistema métrico decimal.

Os consumidores, sobretudo de origem popular, protestaram na Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Alagoas, sendo duramente reprimidos por tropas imperiais. Apesar da derrota dos revoltados, as ações representaram protestos políticos contra imposições do governo, ameaçando a ordem vigente, devido a ataques do povo contra novos padrões de pesos e medidas nas feiras, nas câmaras municipais, nas coletorias de impostos e nas casas comerciais, a exemplo de padarias.[10]

Voltando às antigas padarias de Aracaju, encontramos um caso inusitado. O escravizado Daniel, “com idade de 45 a 50 anos”, teria “trabalhado como [pessoa] livre na padaria do sr. Alfênio, nesta capital [Aracaju]”, conforme anúncio de 1874, publicado por seu senhor, Francisco Xavier de Andrade, dono do engenho Batalha, em Capela-SE.

Este senhor de engenho oferecia o considerável valor de 100$000 (cem mil réis) pela captura de Daniel, o padeiro, que andava fugido “há mais de ano”. A especialidade de fazer pão aumentava o preço médio do escravizado. A estratégia de trabalhar em padaria como “padeiro livre” parece que funcionou para o experiente fujão.[11]

Ainda no ano de 1874, Martinho da Silva Telles anunciou sua padaria, situada na rua de Laranjeiras, uma das vias centrais de Aracaju. Além de massas e pães, sr. Martinho vendia “café moído e puro”, no momento em que a exportação do produto agrícola se destacava na balança comercial do Império, sobretudo na região Sudeste.[12]

No ano seguinte, 1875, à medida que Aracaju atraía mais moradores, vinte anos após sua fundação, mais panificadoras se instalaram na capital. A exemplo da padaria de Manoel da Paixão Silva Porto, e uma outra de Antônio Coelho Barreto Sobrinho. Esta última situada na rua da Aurora, nº 7, vendia “pães provença, de folha, cilindro e diversas massas próprias para chá”. Antônio Sobrinho também anunciou que trabalhavam no seu estabelecimento “padeiros especiais”.[13]

Em 1876, o já citado e experiente comerciante Manoel José Rodrigues, cuja padaria foi estabelecida em 1862, percebendo que os concorrentes estavam investindo em “padeiros especiais” como diferencial do negócio, anunciou que “mandou vir da Bahia um padeiro que faz todas as qualidades de massas finas e grossas”. Vê-se que a disputa entre as panificadoras se acentuava na Aracaju de antanho.[14]

Também no ano de 1876, uma “Nova Padaria” foi inaugurada em Aracaju na rua de Laranjeiras, centro da capital, cujo proprietário era Orestes de Souza e Andrade. No entanto, no mesmo endereço já funcionara a padaria de um certo “Sebastião Paes d’Almeida”. Mas o novo proprietário garantia a boa qualidade das massas e que venderia por menor preço que outro qualquer.[15]

Orestes era irmão de dona Salústia Maria de Jesus Leão, para quem ele passaria a propriedade da panificação. Dona Salústia Leão era casada com um funcionário da Recebedoria Provincial, Manoel Antônio Carneiro Leão. A Recebedoria era o órgão responsável pela arrecadação de impostos em Sergipe.

BARRETO, Armando (Org.). Cadastro Comercial, Industrial, Agrícola e Informativo do Estado de Sergipe. Aracaju, 1933, p. 22

Por conta disso, a padaria de seu Orestes foi acusada em um jornal, anonimamente, de não recolher impostos devidos, por suposta proteção do cunhado e funcionário da Recebedoria Carneiro Leão. Apesar da denúncia anônima, o cunhado de Orestes desconfiou da “inveja” do panificador concorrente, “sr. Martinho Telles”, aqui já citado. Por coincidência, ou não, as panificações de Orestes e Martinho situavam-se na mesma rua de Laranjeiras, em Aracaju.[16]

No ano seguinte, 1877, outra “Nova Padaria” foi inaugurada na rua da Aurora, via à margem do rio Sergipe que banha a capital. O proprietário, Antônio Pinheiro de Faro, estabeleceu sua padaria na “antiga casa da viúva Magalhães”. A sra. Maria Duarte de Magalhães possuía vários imóveis. Só na rua da Aurora ela possuía quatro casas, conforme lista de pagamento da Décima Urbana, o imposto predial da época.[17]

Aliás, segundo a lista de lançamentos de impostos pela Recebedoria Provincial sobre o comércio em 1879, Aracaju possuía onze padarias, assim distribuídas: rua da Aurora, 02; rua de São Cristóvão, 02; rua de Laranjeiras, 02; rua de Japaratuba (atual João Pessoa), 01; rua de Maruim, 01; rua de Itabaiana, 01; rua de Santo Amaro, 02.[18]

No ano de 1877, o já citado panificador Antônio Coelho Barreto Sobrinho precisou se mudar para Maruim, no vale do Cotinguiba, Sergipe. Ele pôs à venda “todos os aparelhos de sua padaria”. E deixou “encarregado da cobrança das dívidas” de seu estabelecimento o sr. Victor Manoel Fontes, “seu antigo padeiro”. Vê-se que o funcionário mantinha com seu patrão uma relação de confiança recíproca.[19]

Chegando o ano de 1881, inaugurou-se a nova “Padaria e Refinação de Augusto de Magalhães”, na rua de Santo Amaro, próxima à catedral de Aracaju. A refinaria dizia respeito ao beneficiamento do “açúcar refinado, branco, de 1ª qualidade”. Nessa época, Sergipe ainda era uma das províncias cuja economia era atrelada ao Nordeste açucareiro.[20]

No ano seguinte, 1882, apareceu mais um estabelecimento na rua de Laranjeiras, nº 32. A Padaria Floresta, do senhor Teodorico de Andrade. E para atrair a clientela, ele publicou os seguintes versos: “Todos venham à casa da Floresta/ Levando cobre grosso em profusão;/ O dono do armazém vende bolachas/ Rosquinhas, bolachões e belo pão”. Senhor Teodorico afirmava que vendia tudo “por um preço diminuto, sem igual no mercado da cidade”.[21]

Em junho de 1882, preocupado com a concorrência e com a proximidade das festas juninas, Teodorico de Andrade lançou um poema de nove estrofes para a freguesia. Vejamos duas delas: “Já que aproxima-se a festa,/ Do dia de São João,/ Ao povo peço com ânsia,/ Atenção sobre atenção./ A Padaria Floresta,/ A maior da capital,/ Continua no trabalho,/ Sem deparar com rival.”[22]

A Padaria Floresta, além de panificação, era um sortido armazém de secos e molhados. Ela vendia cigarros, fumos, manteigas, queijos, sardinhas, vinhos, farinha de trigo, biscoitos, velas, charutos, chá e outros artigos importados da Europa.[23]

Em 1887, o marido de dona Salústia Leão, o senhor Manoel Antônio Carneiro Leão, antigo funcionário da Recebedoria Provincial, aqui já citado, entrou com a esposa no ramo de panificação. Ele reformou a Padaria Leão, na rua de Laranjeiras, esquina com Japaratuba (atual João Pessoa). Senhor Leão anunciou uma novidade: às quartas-feiras e sábados à tarde, ele colocaria à venda “o delicioso pão Phantazia, preparado com toda a perfeição por um ótimo padeiro”.[24]

As padarias acompanharam a expansão de Aracaju. Assim, na direção sul da cidade, na rua de Maruim, esquina com Santa Luzia, surgiu em agosto de 1889 a padaria Mascotte, com sortimento de “massas, vinhos de todas as qualidades, doces locais e da Europa”. O anúncio informou ainda que o estabelecimento esperava “em breve uma máquina para o fabrico de gelo”. No fim do século XIX, as panificadoras passaram a investir em novidades tecnológicas do período.[25]

Investimentos em tecnologia e propaganda eram duas estratégias para a conquista do público cada vez mais crescente. Aracaju, no fim do século XIX, contava com cerca de 20 mil habitantes. Os números do recenseamento eram imprecisos, variando a população aracajuana entre 16 e 30 mil habitantes nos anos de 1890 a 1896. Ademais, ainda havia a existência de casas de palha na “área suburbana”, cujos moradores não eram contabilizados com precisão.[26]

Aprimorando as estratégias de venda, uma novidade foi empregada pela Mascotte: o uso de ambulantes com cestas de pães pelas ruas da cidade. Mas a harmonia entre os concorrentes parecia não ocorrer. Pois, em 1890, a padaria Mascotte denunciou que “vendilhões de pão de algumas padarias desta capital” agrediram seus vendedores na rua da Aurora, rua de intenso comércio. As cestas da Mascotte com sua marca, segundo o anúncio, foram atacadas e seus ambulantes ameaçados com “facas e canivetes”. Os proprietários pediram providências ao chefe de polícia.[27]

No ano seguinte, 1891, a Mascotte retornou com uma “Prevenção” ao público, alertando que suas cestas de pão, vendidos pelas ruas, “levam todas elas o nome da Padaria em letras maiúsculas”. Pois seus proprietários tiveram notícias de que “vendilhões de outras casas” abusavam de seu nome. Parece que fraudes contra concorrentes são ações antigas, mesmo em se tratando de pequeno comércio.[28]

Apesar dos ocorridos, as propagandas da Mascotte passaram a se sofisticar e a usar recursos de anúncios modernos. Um exemplo foi o da “Duodécima Maravilha” que seus produtos teriam operado sobre a saúde e a beleza de uma “menina de 16 anos de idade, que de uma verdadeira velha que era, transformou-se em uma perfeita beleza”, após “prover-se e usar exclusivamente dos produtos da Padaria Mascotte”. A transformação deu-se “milagrosamente”. De um rosto com sardas e manchas disformes, o corpo curvado e alquebrado, a jovem passou a ser bela e vigorosa, dizia o anúncio.[29]

Eis mais uma interessante e apelativa propaganda da padaria Mascotte: uma certa N. G. fora supostamente envenenada pela ingestão “do pão comido ao almoço e ao jantar”, o que fora confirmado por seu médico, após ter náuseas, vômitos e “cólicas horríveis”. Mas veio a solução: Juca, noivo de N. G., “lembrou-se da grande Padaria Mascotte”, e a noiva foi salva pelo seu “delicioso pão”, tornando-se “sua constante freguesa”, vivendo feliz e casada com o seu Juca.[30]

Em 1897, na rua de Japaratuba (atual João Pessoa), nº 32, centro de Aracaju, foi inaugurada a Padaria Americana, de Artur do Amor Divino. Ele garantia aos fregueses preços módicos, “limpeza e asseio” das massas confeccionadas, “não só por possuir operários escolhidos e aptos ao serviço, como por morar no estabelecimento e estar à testa das confecções das mesmas”. Senhor Artur era adepto do velho ditado popular: “o gado só engorda com o olho do dono”.[31]

Às portas do século XX, novas panificações se estabeleceram em Aracaju, a exemplo da Padaria Triumpho, de Galdino Telles Maia, na rua de Laranjeiras, nº 62, “vigorosamente montada com caldeira para evaporar as massas”. Outra padaria foi a do sr. Francisco Costa, com pães “asseados” e com sabor “agradabilíssimo”. As duas surgiram em 1908. Nessa época, o discurso da ideologia higienista já havia chegado no comércio panificador de Aracaju.[32]

Em 1911, apareceu a Padaria Luzitana, vendendo “pães frescos a qualquer hora do dia”. Para isso mantinha sempre forno aceso e massa pronta. E em 1933, surgiu o Armazém e Padaria Minerva, de Gonçalo Menezes & C., onde havia a torrefação do “Café Minerva”, na rua de Laranjeiras, nº 297, com entrega em domicílio, garantindo “a máxima presteza”.[33]

As antigas padarias de Aracaju, surgiram nos primeiros anos de criação da cidade, enfrentando dificuldades para instalação em um ambiente novo, com estrutura urbana em construção. Enfrentaram reveses da política imperial e provincial, concorrência desleal e uso constante de criatividade para atrair a clientela, ávida por pães saborosos e higiênicos.

A contratação de padeiros especiais ou experientes foi uma constante. Mas, infelizmente, não encontramos algum profissional chamado Jacó, e nem o pão com esta denominação, nos anúncios pesquisados. Mas em Aracaju, ainda se denomina o pão comum, ou francês, de pão Jacó, cuja etimologia popular é intrigante, ou sem lastro nas fontes históricas, ao menos até agora.

*Historiador.

Referências:

[1] CARDOSO, Amâncio. Sob o signo da peste: Sergipe no tempo do cholera (1855-1856). Campinas-SP, UNICAMP/IFCH, 2001. 237p. (dissertação de mestrado).

[2] Correio Sergipense. Aracaju, 27 de junho de 1855, nº 32, p. 02.

[3] Correio Sergipense. S. Cristóvão, 06 de março de 1850, nº 18, p. 04; Correio Sergipense. São Cristóvão, 18 de outubro de 1854, nº 78, p. 04.

[4] Correio Sergipense. Aracaju, 18 de setembro de 1861, nº 74. p. 04.

[5] Correio Sergipense. Aracaju, 23 de março de 1859, nº 17. p. 04.

[6] Correio Sergipense. Aracaju, 22 de junho de 1860, nº 50. p. 04.

[7] Correio Sergipense. Aracaju, 26 de outubro de 1861, nº 85, p. 04.

[8] Correio Sergipense. Aracaju, 31 de janeiro de 1863, nº 08, p. 04; Jornal do Aracaju. 16 de setembro de 1874, nº 518, p. 04.

[9] Jornal do Aracaju. 28 de janeiro de 1874, nº 448, p. 04; Jornal do Aracaju. 03 de junho de 1876, nº 702, p. 04.

[10] VAINFAS, Ronaldo (Org.). Dicionário do Brasil Imperial. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002. p. 602-603.

[11] Jornal do Aracaju, 28 de outubro de 1874, nº 530, p. 04. O valor médio de um escravizado na idade de Daniel, em 1874, era de 800 mil réis. Ou seja, o anúncio pagava mais de 10% por sua captura. Ver: RIBEIRO, Maria Alice Rosa. Preços de escravos em Campinas no século XIX. História econômica & História de empresas. vol. 20, nº 1, 2017, p. 85-123. Disponível em: site www.hehe.org.br. Acesso em: 17/03/2026.

[12] Jornal do Aracaju, 02 de dezembro de 1874, nº 540, p. 04; Jornal do Aracaju, 02 de maio de 1875, nº 587, p. 04; Jornal do Aracaju. 22 de dezembro de 1875, nº 652, p. 04.

[13] Jornal do Aracaju, 27 de abril de 1875, nº 585, p. 04; Jornal do Aracaju, 15 de setembro de 1875, nº 625, p. 04.

[14] Jornal do Aracaju. 18 de outubro de 1876, nº 741, p. 04.

[15] Jornal do Aracaju, de 06 de dezembro de 1876, nº 755. p. 04.

[16] Jornal do Aracaju, 20 de dezembro de 1876, nº 759. p. 04; Jornal do Aracaju, 10 de janeiro de 1877, nº 763. p. 04.

[17] Diário de Sergipe. Aracaju, 11 de fevereiro de 1877, nº 38. p. 03; Lançamento da décima urbana. Jornal do Aracaju, 21 de julho de 1877, nº 822. p. 04.

[18] Jornal de Sergipe. Aracaju, 18 de outubro de 1879, nº 101. p. 03.

[19] Diário de Sergipe. Aracaju, 08 de agosto de 1877, nº 173. p.03; Jornal do Commercio. Aracaju, 02 de agosto de 1877, nº 20. p. 04.

[20] Sergipe. Aracaju, 23 de outubro de 1881, nº 10, p. 04; ALMEIDA, Maria da Glória Santana de. Nordeste Açucareiro: desafios num processo do vir a ser capitalista. Aracaju: UFS; Seplan; Banese, 1993.

[21] Sergipe. Aracaju, 07 de maio de 1882, nº 80, p.04.

[22] Sergipe. Aracaju, 22 de junho de 1882, nº 93, p.04.

[23] O Guarany. Aracaju, 03 de junho de 1883, nº 17. p. 04.

[24] Gazeta da Tarde. Aracaju, 07 de outubro de 1887, nº 03. p. 04.

[25] Gazeta de Sergipe. Aracaju, 15 de fevereiro de 1890, nº 38. p. 04.

[26] FREIRE, Laudelino. Quadro Chorographico de Sergipe. Rio de Janeiro: Garnier, 1898. p. 47; SILVA LISBOA, L. C. Chorographia do Estado de Sergipe. Aracaju: Imprensa Oficial, 1897. p. 83.

[27] Gazeta de Sergipe. Aracaju, 22 de fevereiro de 1890, nº 44. p. 02-03.

[28] Gazeta de Sergipe. Aracaju, 31 de janeiro de 1891, nº 318. p. 03.

[29] Gazeta de Sergipe. Aracaju, 16 de março de 1890, nº 63. p. 03.

[30] Gazeta de Sergipe. Aracaju, 09 de maio de 1890, nº 104. p. 03; Gazeta de Sergipe. Aracaju, 31 de maio de 1890, nº 121. p. 03.

[31] O Paiz. Aracaju, 18 de agosto de 1897, nº 08, p. 04.

[32] Folha de Sergipe. Aracaju, 29 de março de 1908, nº 91. p. 04; Folha de Sergipe. Aracaju, 02 de abril de 1908, nº 92. p. 03. Sobre a ideologia da higiene no mundo ocidental e o conceito de saúde pública, ver: ROSEN, George. Uma história da saúde pública. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: ABRASCO, 1994; VIGARELLO, George. O limpo e o sujo: uma história da higiene corporal. São Paulo: Martins Fontes, 1996. E para Sergipe, ver: SOBRAL, Simeão Vieira. A Saúde Pública em Sergipe. Aracaju: Est. Graf. José Lins de Carvalho, 1932.

[33] A Rua. Aracaju, 16 de julho de 1911, nº 14. p. 02; BARRETO, Armando (Org.). Cadastro Comercial, Industrial, Agrícola e Informativo do Estado de Sergipe. Aracaju, 1933, p. 22.

O texto acima é opinião do autor e não representa necessariamente o pensamento do site Destaquenoticias.

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