

O cantor sergipano Natanzinho Lima deu um fim a curiosidade dos fãs e revelou a origem do chapéu preto como sua marca registrada. O artista contou que o acessório entrou na vida dele por acaso. “Eu sou de Itabaiana, a capital do caminhão, e meu sonho era ser caminhoneiro, minha família é caminhoneira. Aí essa vontade acabou que por causa do destino, eu fiz um vídeo na escola, viralizou e comecei a cantar”, disse ele.
“Só que meu coração sempre foi dos caminhoneiros, sempre levantava a bandeira de ser caminhoneiro. E aí eu fui gravar um projeto chamado de Baimba e meu empresário falou para eu levar um chapéu de palha, porém eu não tinha”, relembrou.
O artista contou que pegou o chapéu da irmã e usou no show. “Minha irmã tinha postado um dia antes com esse chapéu que é muito usado pelos caminhoneiros. Ela falou para eu usar esse chapéu. Aí fui gravando com ele e virou isso”, revelou. “Quando cheguei no show, primeira vez usando chapéu, fiquei com vergonha do povo zuar, sei lá. Porém o primeiro show tinha três pessoas usando e aí foi criando essa marca”, frisou.
Chapéu de sucesso
O uso do chapéu por Natanzinho Lima foi reproduzido pelos fãs dele e virou tendência, se tornando recorde de vendas deste período de festas juninas. Durante os shows do artista itabaianense é possível notar uma multidão de pessoas usando o famoso chapéus, de crianças a idosos.
Vendedor ambulante, Bruno Pereira revelou que acompanha a agenda de shows do famoso e se prepara para viajar e vender o acessório famoso. “Eu acompanho a agenda dele. Onde ele vai, qualquer interior por perto, eu tô indo”, disse. Bruno garantiu que a venda depende da demanda do público. “Às vezes é baixa. Depende da cidade, depende do público”, explicou ele que vende os chapéus entre R$ 60 e R$ 50.
Fonte: Jornal A Tarde (Foto: Divulgação)