

Assim como no Brasil, Maria foi o nome feminino mais frequente em Sergipe, comum a 8,95% da população (197.827). Em relação ao nome masculino, José foi o que apresentou a maior incidência no estado, chegando a um percentual de 6,18% (136.479 pessoas). Esta informação está na nova edição do levantamento de nomes mais frequentes no Brasil, atualizados pelo Censo Demográfico 2022.
Segundo o Censo 2022, Sergipe é o estado com o maior percentual de pessoas com o mesmo sobrenome. Santos foi comum a 43,38% da população. Em nenhum outro estado da federação, há um percentual tão alto de pessoas com o mesmo sobrenome. Além de Sergipe, apenas a Bahia tem Santos como o sobrenome mais frequente. Em todos os outros estados, Silva lidera o registro. O Censo 2022 também contou mais de 200 mil sobrenomes no país.
Nomes que saem da moda
Pelo levantamento por década de nascimento, é possível perceber as tendências de nomes que entram e saem de moda ao longo do tempo, bem como aqueles que aparecem de maneira mais constante. Cruzando os gráficos de incidência, é possível ver o declínio do uso de alguns nomes ao longo das décadas, que se refletem também nas idades medianas, a exemplo de Osvaldo e Terezinha (62 e 66 anos), assim como a ascensão dos nomes “mais recentes” – que possuem idades medianas bem mais baixa, como Gael e Helena (1 e 8 anos, respectivamente).
O projeto Nomes no Brasil tem por base as listas de moradores dos domicílios em 1º de agosto de 2022, data de referência do Censo 2022. Foram registrados, em dois campos distintos, o nome e o sobrenome completo de todos os moradores do domicílio informados pelo entrevistado na data de referência. Ressalta-se que, para fins de divulgação, do campo ‘nome’ considerou-se apenas o primeiro nome informado e, para o campo ‘sobrenome’ foi feita uma frequência dos sobrenomes, não importando a ordem em que foram registrados.
As formas variantes dos nomes foram contabilizadas distintamente, conforme registradas na lista de moradores do domicílio no momento da coleta do questionário. Desse modo, nomes como Ana ou Anna, Ian ou Yan, Luis ou Luiz, entre outros, foram considerados com a grafia original da coleta. Também não foram previstos sinais diacríticos (acento agudo, acento circunflexo, acento grave, cedilha, trema e til); assim, nomes como Antônio, Cauã, Luís, Luísa, entre outros, foram considerados sem tais sinais.
Fonte: IBGE (Foto: Agência Brasil)