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Covid já matou 13 pessoas este ano em Aracaju

Entre os mortos por Covid, 11 não estavam com o reforço vacinal em dia

Por Destaquenotícias

A Covid-19 segue matando em Aracaju. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, de janeiro deste ano até agora a doença já fez 59 vítimas, das quais 13 morreram. Vale ressaltar que os mortos tinham idades entre 65 e 101 anos, todas possuíam comorbidades, enquanto 11 não estavam com o reforço vacinal em dia e uma nunca havia se vacinado.

A Secretaria da Saúde de Aracaju revelou que foram notificados, entre 1º de janeiro a 23 de maio, 1.021 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Desse total, foi possível identificar o agente etiológico em 277 casos, ou seja, 27,1%, sendo o SARS-CoV-2 (Covid-19) identificado em 123 casos (12,0%), o VSR em 104 casos (10,2%) e o vírus Influenza em 50 casos (4,9%).

Do total de casos notificados de SRAG, 634 foram crianças de até 10 anos. Dentre essas, 363 menores de um ano. Quando analisado o tipo SRAG por agente etiológico identificado, é possível verificar a diferença entre as faixas etárias. Em crianças de até dez anos o VSR foi isolado em 15,5%, seguido de Influenza (4,4%) e Covid-19 (2,8%). Nas demais faixas etárias a Covid-19 foi a principal causa identificada de SRAG, mas também ocorreram casos de Influenza e VSR.

SRAG mata 50

Com relação aos óbitos, foram contabilizados 50 óbitos por SRAG, dos quais 28 (56%) não teve o agente etiológico isolado, 14 (28%) atribuído a Covid-19, 3 (6%) ao vírus Influenza e 5 (10%) ao VSR. Destaca-se que, em crianças de até 10 anos, 33,3% foram devido ao VSR, enquanto as pessoas com 61 anos e mais, 36,7% foi por Covid-19.

Para o controle da transmissão ativa dos vírus respiratórios é recomendado que as pessoas que estejam aptas a receberem a vacina contra a Influenza, procurem a Unidade de Saúde, tendo em vista que o vírus apresenta aumento da circulação nesse período. Ressaltamos ainda que pessoas com sintomas gripais devem utilizar máscaras e evitar ambientes com aglomeração, assim como o contato com recém-nascidos e idosos. É muito importante que o primeiro atendimento seja em Unidades Básicas de Saúde ou serviços ambulatoriais, para que apenas casos com maior gravidade sejam encaminhados aos hospitais.

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