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Auditores fiscais de Sergipe vão cruzar os braços

A primeira paralisação está agendada para esta semana

As auditoras e os auditores fiscais tributários de Sergipe aprovaram por unanimidade a realização de paralisações semanais, em resposta à intransigência da secretária de Estado da Fazenda, Sarah Tarsila Andreozzi, que se recusa a negociar com o Sindicato do Fisco de Sergipe (Sindifisco/SE). Com o auditório lotado, a decisão foi aprovada por unanimidade pela assembleia da categoria.

O novo ciclo de paralisações começará com protestos, nessa quinta-feira (31) e na próxima sexta-feira (1º), devendo continuar nos dias 5 e 6 de agosto. A primeira manifestação começará às 8h30, com um “arrastão de conscientização” na sede da SEFAZ, localizada no prédio Aracaju Boulevard.

Em 5 de agosto, às 9 horas, o Sindifisco/SE fará um ato em frente à Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). Uma nova assembleia geral, agendada para 7 de agosto, irá avaliar os resultados e decidir sobre a continuidade do movimento paredista.

Segundo o presidente do Sindifisco/SE, José Antônio dos Santos, a categoria está insatisfeita e decepcionada. “A secretária demonstra intransigência ao descumprir as negociações relativas à lei do Bônus de Aumento da Produtividade (BAP), que asseguraria parte da gratificação aos aposentados, e ignora os demais itens da pauta de 2024”, afirmou. A pauta inclui a revisão salarial anual, aumento do último nível da tabela salarial, auxílio-saúde, entre outros pontos.

O Fisco Estadual reforça que não aceitará propostas excludentes. “Não nos opomos a benefícios remuneratórios para auditores na gestão ou a progressões de carreira para os novatos”, esclareceu José Antônio. “Nossa discordância é contra a não concessão de revisão salarial e contra a política de exclusão dos aposentados e pensionistas dos benefícios. A única proposta apresenta pela secretária ao Fisco, denominada de Incentivo à Modernização da Relação Fisco-Contribuinte (IMFC), é insuficiente, suprime o direito da paridade e fomenta a divisão na categoria”, afirma José Antônio.

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