

O mercado imobiliário do Nordeste consolidou um trimestre de forte crescimento e relevância nacional, de acordo com o mais recente Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil), referente ao 3º trimestre de 2025. Aracaju se mantém como um polo de atratividade na região, ocupando a 7ª posição no ranking de Padrão Econômico.
de acordo com o mais recente Índice de Demanda Imobiliária (IDI Brasil), referente ao 3º trimestre deste ano, Fortaleza conquistou pela primeira vez a liderança geral no segmento de Padrão Econômico, que engloba imóveis de R$ 115 mil a R$ 575 mil, encerrando um longo período de domínio de outras regiões e sinalizando a força da demanda da capital cearense.
O estudo, realizado pela empresa sergipana de tecnologia para o mercado imobiliário, CV CRM, em parceria com o Ecossistema Sienge, o Grupo Prospecta e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), analisou a atratividade imobiliária em 79 cidades. O Nordeste demonstrou um crescimento pulverizado em todos os padrões de imóveis.
Padrão Econômico: Além de Fortaleza em 1º lugar , capitais como Recife (5ª, subindo 3 posições) e Salvador (6ª, subindo 6 posições) reforçaram o protagonismo da região. São Luís também avançou significativamente, subindo seis posições para o 14º lugar.
Médio Padrão: Salvador foi um dos grandes destaques do trimestre, subindo oito posições e alcançando o 4º lugar.
Alto Padrão: A força do segmento de alto padrão é notável, com Recife e Fortaleza figurando entre os cinco primeiros. O maior salto do trimestre foi de Natal, que disparou da 60ª para a 24ª posição. Maceió e Salvador também registraram altas expressivas, subindo sete e seis posições, respectivamente, beneficiadas pela atratividade de novos lançamentos e melhora na dinâmica econômica.
Para o CEO do CV CRM, Fábio Garcez, a performance do Nordeste está intimamente ligada à eficiência em capturar a demanda real. “Significa que a região não está apenas lançando mais; está lançando melhor. A análise mostra que a alta atratividade está ligada à melhora nos indicadores de Dinâmica Econômica e, crucialmente, na Demanda Direta e Atratividade de Novos Lançamentos”, pontua.
Ainda segundo ele, com essa postura, o mercado reduz o risco dos projetos imobiliários se tornarem estoque em regiões de grande população. “Isso significa que os empreendimentos estão sendo planejados e vendidos com base em uma visão clara da expectativa do cidadão. É um movimento de maturidade que garante mais previsibilidade e segurança para o setor”, complementa.
Fonte: CV CRM (Foto: PMA)