

Os indicadores patrimoniais e financeiros do Banese continuaram em evolução durante o 2° trimestre do ano deste ano, levando o banco a obter lucro líquido de R$ 32,2 milhões no período de abril a junho último. Na comparação semestral, o lucro líquido da Instituição apresentou crescimento de 39,9%, alcançando a marca de R$ 62,8 milhões ao final do primeiro semestre de 2026, resultado impulsionado, principalmente, pelo bom desempenho das receitas com aplicações financeiras e com operações de crédito, e pela recuperação de créditos aliado à redução das despesas com provisões para operações de crédito.
Os ativos totais do Banese alcançaram R$ 13,1 bilhões ao final do 2T26. Os ativos líquidos de crédito representaram 39,4% do ativo total, enquanto as aplicações financeiras responderam por 47,4%, demonstrando uma estratégia de balanço que combina crescimento de crédito com manutenção de liquidez e gestão ativa da tesouraria.
As receitas totais foram de R$ 1,1 bilhão no semestre, um crescimento de 9,2% em relação ao mesmo período de 2025. Já a margem financeira obtida pela Instituição no 1S26 foi de R$ 408,8 milhões, volume 20,6% superior ao auferido no 1S25. O patrimônio líquido do Banese encerrou o segundo trimestre do ano com resultado de R$ 983,3 milhões, quantia 17,3% superior à registrada no final do segundo trimestre de 2025, evolução que refletiu a incorporação dos resultados à reserva de lucros e o aumento de capital social integralizado em maio de 2026.
“Os números positivos auferidos pelo Banese reforçam o compromisso da instituição em continuar oferecendo soluções inovadoras, a exemplo da contratação do financiamento imobiliário de forma totalmente digital; expandindo os negócios; e facilitando o acesso ao crédito, serviços e investimentos”, garantiu o presidente do Banco, Marco Queiroz.
Fonte: Banese