Conta de luz terá bandeira amarela em julho
27 de junho de 2026
Exibir tudo

Sergipanas centenárias entram para o livro dos recordes

Guinness reconhece sergipanas como trio mais longevo do mundo

Três irmãs centenárias chamam a atenção da ciência por sua longevidade acima da média: as sergipanas Levita de Deus Nunes, de 109 anos, Zoraide de Deus Mota, de 104, e Zulina de Deus Nunes, de 103, foram reconhecidas pelo Guinness World Records como o trio de irmãs vivas mais velho do mundo e agora são alvo de uma pesquisa para descobrir os motivos de sua longevidade.

As três sergipanas centenárias nasceram em Cedro de São João, no interior de Sergipe, e cresceram em uma família marcada pela união, pelo trabalho e pelo apoio mútuo, valores que permaneceram presentes ao longo de suas trajetórias. De acordo com a revista LongeviQuest, cada irmã construiu uma história singular. Levita dedicou a vida ao cuidado da família, Zoraide seguiu carreira na educação e na enfermagem, enquanto Sulina utilizou o artesanato como meio de sustento e para garantir oportunidades aos filhos.

Moram no Rio de Janeiro

O Projeto DNA Longevo, coordenado pela geneticista Mayana Zatz, professora da Universidade de São Paulo (USP), tem estudado as três irmãs, moradoras do Rio de Janeiro e naturais de Sergipe, para entender quais são os fatores genéticos capazes de conferir ao organismo maior resiliência contra os efeitos do envelhecimento.

As três nasceram, entre 1917 e 1923, em uma família grande, composta por oito irmãos. Ao longo da vida, além dos fatores hereditários, outros aspectos devem ter influenciado sua predisposição a atingir a marca dos cem anos, e é isso que os pesquisadores pretendem entender.

Um desses aspectos pode ser o estreito laço familiar, que favorece a integração social e o senso de comunidade, fatores diretamente associados a um envelhecimento saudável. O Projeto DNA Longevo quer entender, acima de tudo, o que é capaz de manter idosos fisicamente ativos e cognitivamente saudáveis mesmo nas idades mais avançadas, entre os 90 e os 100 anos, assim como as variantes genéticas associadas a essa condição.

Fonte: Revista Fórum (Foto: Aline Massuca/LongeviQuest)

 

Compartilhe:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *