

O segundo semestre de 2026 pode marcar o retorno de um velho conhecido — e temido — do clima nordestino: o fenômeno El Niño. Os principais impactos esperados são: calor acima da média; estiagem prolongada; redução das chuvas; baixa umidade; e aumento do risco de queimadas.
Modelos climáticos internacionais e projeções de órgãos como o INMET, CEMADEN e centros ligados à NOAA, agência climática dos Estados Unidos, apontam crescimento acelerado das chances de formação do fenômeno ainda neste inverno.
José Marengo, coordenador-geral de pesquisa do Cemaden e uma das maiores referências em climatologia no Brasil, explica que o El Niño costuma provocar aumento das temperaturas e redução das chuvas em partes do Norte e Nordeste.
Meteorologistas afirmam que o fenômeno pode se consolidar justamente durante o período naturalmente mais seco da região, agravando ainda mais a situação hídrica do Semiárido.
Os modelos climáticos já indicam possibilidade de ondas de calor mais frequentes noites mais quentes e sensação térmica elevada nas capitais nordestinas Estados como Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, podem registrar temperaturas acima da média histórica entre agosto e dezembro.
Fonte: Portal NE9 (Foto: Agência Brasil
Os modelos climáticos já indicam possibilidade de ondas de calor mais frequentes noites mais quentes e sensação térmica elevada nas capitais nordestinas Estados como Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, podem registrar temperaturas acima da média histórica entre agosto e dezembro.
Fonte: Portal NE9 (Foto: Agência Brasil