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11 de março de 2026
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Defesa diz no Supremo que Bosco Costa é inocente

Bosco Costa nega ter negociado emendas parlamentares

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) ouviu, nessa terça-feira (10), as manifestações das defesas do ex-deputado federal Bosco Costa (PL/SE), dos dois deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE). O trio é acusado de participação em um esquema de desvio de emendas parlamentares. A defesa do ex-parlamentar sergipano pediu a anulação da denúncia, pois não foi pedida autorização do STF para iniciar a investigação sobre destinação de emendas parlamentares.

O julgamento continuará na próxima terça-feira (17), com o voto do relator, ministro Cristiano Zanin. A sessão que estava agendada para a manhã dedta quarta-feira (11) foi cancelada, para que todos os votos possam ser apresentados na mesma sessão. A ação penal decorre das operações Ágio Final e Emendário. As defesas dos oito réus contestaram os argumentos apresentados pelo subprocurador-geral da República Paulo Vasconcelos Jacobina e pediram a improcedência da ação.

Em relação aos fatos atribuídos a Bosco Costa pela PGR, o advogado Leandro Raca afirmou que não foi comprovado que seu cliente teria solicitado vantagem indevida para a destinação de emendas. De acordo com a defesa, o valor comprovadamente recebido por Costa do deputado Maranhãozinho (R$ 75 mil) é referente a um empréstimo e a uma transação de venda de gado. O advogado refutou, também, a acusação de que o ex-parlamentar integraria organização criminosa. Ele afirmou que os diálogos entre Bosco Costa e seus correligionários, apontados pela PGR como criminosos, fazem parte do exercício legítimo da atividade parlamentar.

Fonte: STF

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