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Planejamento na adversidade, consolidação no compromisso, excelência nos resultados: a Pós-Graduação da UFS no Quadriênio 2021-2024

Por Lucindo José Quintans Júnior e Gladston Rafael de Arruda Santos**

No último dia 12 de janeiro de 2026, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) colocou sobre a mesa, ainda em caráter preliminar e antes dos pedidos de reconsideração, o retrato parcial da Avaliação Quadrienal 2021–2024, conforme estabelecido pela Portaria CAPES nº 14, de 9 de janeiro de 2026, que fixou o calendário oficial da avaliação da pós-graduação stricto sensu. O gesto é técnico, mas o impacto é político, acadêmico e institucional. A universidade foi novamente convocada pela sociedade a apresentar aquilo que conseguiu converter em evidência: planejamento, consistência, resultados e a capacidade de sustentar uma pós-graduação que não seja apenas um conjunto de cursos, mas um sistema vivo de pesquisa, inovação, construção de conhecimentos, formação e impacto social.

É nesse ponto que o Relatório de Gestão 2021–2025 produzido pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (POSGRAP) da Universidade Federal de Sergipe (https://posgrap.ufs.br/conteudo/77185-relatorio-de-gestao-2021-2024)  deixa de ser um documento protocolar e se revela como um registro, uma peça de inteligência institucional, que, para além dos apontamentos e números, expõe decisões, escolhas estratégicas, reestruturações administrativas, investimentos em infraestrutura, qualificação de equipes, políticas de indução e, sobretudo, a construção de um ambiente onde a pós-graduação foi tratada como eixo estruturante da UFS. Nada disso ocorreu em condições normais. O quadriênio 2021–2024 foi atravessado pelo maior desfinanciamento da história recente das universidades federais, iniciado no governo Temer e piorado, de forma avassaladora, no governo Bolsonaro.  A atual gestão do governo Lula herdou um MEC em ruínas. Tivemos ainda, a pior pandemia dos últimos 100 anos, situação que refletiu e ainda reflete na educação brasileira, inclusive na pós-graduação. Planejar, nesse cenário, não era um luxo, era uma forma de resistência política e científica, um desafio diário para sobrevivência institucional das universidades públicas.

Esse esforço, porém, teve de lidar ainda com um ruído herdado do ciclo anterior na CAPES, referente aos anos 2017-2020. O imbróglio público ocorrido durante a Avaliação Quadrienal 2017–2020, foi amplamente documentado em reportagens como “Embates na Capes revelam briga de poder pela avaliação de cursos de pós-graduação (https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/capes-bolsonaro-briga-poder-sobre-a-avaliacao-de-cursos-de-pos-graduacao/)”. Fato é que, nesse período, um ambiente de instabilidade, critérios mutantes e judicialização, afetou não apenas os resultados daquele quadriênio, mas também a capacidade de planejamento das próprias instituições e da CAPES para o ciclo seguinte. A suspensão judicial, a insegurança sobre regras e a politização do sistema deixaram cicatrizes que atravessaram o início do quadriênio 2021–2024, exigindo das universidades uma margem adicional de prudência, técnica e resiliência.

Há também um detalhe técnico que, na lógica da CAPES, define destinos: o preenchimento da Plataforma Sucupira. É ali que a vida acadêmica vira dado, e dado vira julgamento. Um programa pode ser excelente no cotidiano e invisível no sistema, e, nesse caso, não há mérito que resista. No caso sergipano, desde meados de março de 2025, o desafio mudou de mãos. Uma nova gestão assumiu os rumos da reitoria da UFS, havendo, assim, a rotação comum no corpo de docentes e técnicos que respondem por administrar a instituição. Embora o processo de fechamento da Avaliação Quadrienal tenha coincidido com o período de transição entre as duas gestões, a administração então empossada optou por delegar à gestão anterior a responsabilidade pelo encerramento, consolidação e submissão final dos dados da quadrienal, reconhecendo a continuidade técnica necessária para a integridade do processo. Decisão racional e prudente. Foi sob coordenação anterior que a universidade entregou sua narrativa técnica ao sistema de avaliação. E, junto com a gestão anterior da Posgrap, há que salientar o esforço das coordenações dos PPGs e de suas respectivas secretarias. Foram eles os guardiões das informações vitais, trabalhando sob prazos açodados e intensa sobrecarga, garantindo que a vida acadêmica da UFS fosse corretamente traduzida em dados, relatórios e evidências para a CAPES. Sem esse trabalho rigoroso e geralmente extenuante, a Universidade talvez fosse a mesma, mas certamente não teria sido avaliada como foi. Eles, seus técnicos e técnicas administrativos, seus pesquisadores, pesquisadoras e discentes merecem todo mérito!

A análise comparativa dos dois últimos ciclos sob a Posgrap (2017–2020 e 2021–2024) revela um padrão de resiliência com progressão adaptativa. Em um contexto de estresse sistêmico elevado, a pós-graduação da UFS não apenas preservou a homeostase operacional, como avançou para uma consolidação inequívoca. Entre os 62 PPGs ativos, o resultado preliminar da CAPES mostra que 31,7% elevaram seus conceitos e 58,3% os mantiveram, configurando um quadro de estabilidade com plasticidade positiva. O termômetro mais sensível desse processo é a migração sustentada para faixas superiores de desempenho: os programas nota 3 reduziram-se de 33 para 15 (−54,5%) em 2017–2020 e de 15 para 7 (−53,3%) em 2021–2024. Essa aceleração indica aprendizado institucional cumulativo e ganho de eficiência sistêmica. Com a maioria dos PPGs concentrada nos conceitos 4 e 5, a UFS opera hoje em regime de estabilidade com expansão planejada.

Em leitura longitudinal (2017–2025), 62,9% dos PPGs melhoraram e 27,4% mantiveram seus conceitos, totalizando cerca de 90% em trajetória de consolidação. Em termos de dinâmica organizacional, isso expressa reforço positivo, memória institucional e estabilidade funcional, marcas de sistemas que solidificam desempenho ao longo do tempo. Não é flutuação aleatória, é evolução sustentada, um dos ciclos mais bem-sucedidos da história da pós-graduação da UFS.

É preciso reforçar, para não esquecermos, que tudo ocorreu em meio à instabilidade da própria CAPES, ao estrangulamento orçamentário da pesquisa no país e às repercussões da pandemia da COVID-19. A maioria dos programas manteve ou melhorou suas notas, sobretudo nos patamares 4 e 5, o que, nesse contexto, já configura um feito expressivo de consolidação e maturidade do sistema de pós-graduação da UFS. O ciclo atual, porém, elevou a universidade a um patamar inédito. Pela primeira vez, a instituição alcança um programa nota 7, em Ciências da Saúde, ingressando no restrito grupo de excelência internacional. A Pós-graduação em Química, ao subir de 5 para 6, consolida-se como outro polo estratégico de alto desempenho científico. Esses dois movimentos, juntos, redefinem o patamar institucional da UFS. Ao mesmo tempo, cresceu a base: diversos programas migraram da nota 3 para a 4, ampliando o conjunto de PPGs consolidados e aptos a expandir doutorados, redes e inserção acadêmica. Esse movimento é, talvez, o mais relevante quando se pensa num sistema complexo de pós-graduação. Antropologia, Ciência da Computação, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Ciências da Nutrição, Ciências Naturais, Economia, Educação Inclusiva, Engenharia Civil, Engenharia e Ciências Ambientais, Engenharia Elétrica, Matemática, ilustram esse avanço silencioso, porém estrutural, fruto do planejamento estratégico (Figura 1). A figura ilustra a trajetória evolutiva da pós-graduação da UFS ao longo das sucessivas avaliações quadrienais, evidenciando de forma objetiva seu processo contínuo de consolidação e fortalecimento institucional.

Figura 1. Número de Programas de Pós-graduação (PPGs) da UFS e respectivas notas na avaliação quadrienal. O quadriênio assinalado com * refere-se ao resultado parcial da avaliação 2021-2024.

Houve apenas recuos pontuais em 6 programas de pós-graduação, sendo 03 acadêmicos e 03 profissionais em rede, segundo a divulgação do Resultado Parcial. Ainda assim, acreditamos que alguns desses programas conseguem reverter sua nota mais baixa com um recurso consubstanciado enviado a CAPES, observando o período de reconsideração. Conseguimos isso com dois programas no ciclo anterior. São sinais que exigem atenção e políticas específicas da atual Posgrap, mas não alteram o desenho geral de um sistema que ganhou densidade, equilíbrio, capacidade de crescimento e se consolidou.

Nada disso ocorreu por acaso. Na quadrienal anterior, a UFS já havia alcançado dez programas nota 5, com a ascensão do PPGQ (Química), agora elevado à nota 6, do PPGEO (Geografia) e a recuperação do PROFIAP. O ciclo 2021–2024 não rompeu com esse método; aprofundou-o! O resultado é de uma universidade que sai desta avaliação menos dependente de apostas isoladas e mais sustentada por uma arquitetura de consolidação e excelência, pronta para disputar espaço, recursos e relevância no cenário nacional e internacional.

A esse ciclo virtuoso somou-se o trabalho decisivo da Coordenação de Pós-Graduação (COPGD) e da Comissão de Pós-Graduação (CPG), que funcionaram como a verdadeira espinha dorsal da pós-graduação da UFS. A COPGD, guiada por uma gestão técnica e por servidores que representam o que há de mais nobre, diligente e competente no serviço público federal: organizou processos, afinou fluxos e manteve a governança acadêmica de pé mesmo quando a CAPES mudava as regras no meio do jogo. Já a CPG, parceira e incansável, foi o espaço onde se desenhou, reunião após reunião, a política de distribuição das bolsas DS-CAPES e dos recursos do PROAP, sempre registrada em atas e guiada por planejamento estratégico, pelo cuidado com os estudantes em vulnerabilidade e pelo fortalecimento dos programas. Ali, em um colegiado formado por docentes, discentes e técnicos-administrativos, com plena ciência e participação da comunidade acadêmica, definiram-se decisões que moldaram o rumo da pós-graduação da UFS. Assim, sempre existiu uma política institucional de distribuição de bolsas CAPES, bem-sucedida em seus resultados, e a Avaliação Quadrienal desmente as informações equivocadas hoje divulgadas. Foi nesse ambiente que se definiram critérios, se ajustaram prioridades e se preservou a equidade.

Somam-se a isso os treinamentos exaustivos sobre o preenchimento da Sucupira, os fóruns de pós-graduação, a melhoria do atendimento às secretarias dos PPGs, a adoção de ferramentas de monitoramento institucional como o Stela Experta PG e a Plataforma StelaExperta, a divulgação sistemática de normas e documentos da CAPES, mesmo quando as regras mudavam quase semanalmente, e o acolhimento permanente dos programas. Em parceria com a COPES, a incorporação de ferramentas como o Turnitin para mitigação de plágio acadêmico ajudou a completar um ecossistema de integridade, eficiência e suporte institucional que, como bem registra o Relatório de Gestão 2021–2025, foi essencial para transformar planejamento em resultado.

Em 2025, o ciclo institucional entrou em uma nova fase. A nova gestão, com o Prof. André Maurício, a Profa. Silvana Bretas e, à frente da Posgrap, o Prof. Eduesley Santana, herdam indicadores sólidos, processos maduros e uma expectativa legítima da comunidade acadêmica. Herdam, contudo, também um sistema de pós-graduação cronicamente subfinanciado no âmbito da própria universidade, que precisa passar a participar de forma mais estruturada do orçamento institucional, movimento já iniciado em 2021 pela Posgrap, mas que precisa ser ampliado. Registra-se, ainda, uma carência relevante de servidores em diversos setores, especialmente nas secretarias dos programas de pós-graduação, onde é imprescindível contar com profissionais qualificados, que dominem o Sistema Nacional de Pós-Graduação e as ferramentas, rotinas e procedimentos operacionais da CAPES. O fortalecimento dessas equipes constitui um dos desafios centrais para a sustentabilidade e o desempenho da pós-graduação, principalmente após este resultado da quadrienal 2021-2024.

Sustentar a curva de crescimento exigirá ir além da boa vontade. Será vital planejar e instituir linhas permanentes de financiamento, sobretudo para o custeio e a manutenção dos laboratórios, a ampliação das políticas multiusuárias de aquisição, uso e conservação de equipamentos de grande porte e para ações estratégicas, como a concessão de passagens e diárias que permitam a docentes e discentes divulgar seus resultados em congressos, fortalecer redes de colaboração e ampliar a visibilidade internacional da UFS. Esses investimentos retornam em impacto científico, parcerias estratégicas e maior capacidade de captação de recursos. Nesse contexto, a internacionalização deve ser tratada como uma verdadeira política de Estado universitário, pois constitui um dos pilares centrais do fortalecimento sustentável da pós-graduação da UFS, em consonância com seu atual estágio de maturidade e consolidação.

Por outro lado, a ampliação da transparência e da previsibilidade orçamentária é igualmente essencial para evitar situações como a que levou a UFS a figurar como a única universidade do Nordeste não contemplada na Chamada Pública CNPq nº 12/2025 do Programa Institucional de Bolsas de Pós-Graduação (PIBPG) para o ciclo 2026. Somam-se a isso a necessidade de uma política institucional de aceleração das defesas de mestrado e doutorado, já adotada com êxito em outras universidades públicas, a expansão planejada do número de doutorados e uma estratégia clara para reduzir o contingente de programas nota 3, promovendo sua migração para nota 4, o que amplia a sustentabilidade acadêmica e o potencial de crescimento do sistema.

Nada disso, porém, sem sustenta uma Política Institucional de Assistência Estudantil na Pós-Graduação, capaz de transformar acesso em permanência e mérito em oportunidade real, assegurando que a excelência conquistada não seja apenas estatística, mas uma experiência concreta vivida por quem faz a universidade todos os dias.

A saída, ou mesmo o recuo, da UFS em alguns rankings nacionais e internacionais no final de 2025, por si só, não esgotam a complexidade do desempenho institucional, mas tampouco pode ser  algo ignorado. Esses indicadores funcionam como termômetros de visibilidade, reputação e competitividade, especialmente em um ambiente cada vez mais orientado por métricas globais. Em um cenário no qual a UFS, pela primeira vez em mais de uma década, ficou sem emendas de bancada no Orçamento da União, manter posições de destaque nesses rankings torna-se ainda mais estratégico para fortalecer o diálogo com a bancada federal e as agências de fomento. Rankings não substituem a qualidade acadêmica, mas são (ou podem ser) instrumentos relevantes de legitimação institucional e poder de negociação.

Os dados preliminares da Avaliação Quadrienal 2021–2024 dizem muito mais do que os números frios de uma planilha. Eles narram a história de um ciclo virtuoso erguido com planejamento, gestão e visão institucional, sustentado por trabalho, competência e pela continuidade de gestões que entregaram a UFS e sua pós-graduação sempre melhores do que as receberam, mesmo sob o maior aperto orçamentário de sua história, entraves estruturais e as intempéries de um sistema em permanente mutação. O processo ainda não terminou. Vem aí a fase de recursos, e a experiência do ciclo anterior, quando todas as demandas da UFS foram acolhidas pela CAPES, autoriza a esperança de que o resultado final possa ser ainda melhor.

Preservar esse legado será tão difícil quanto tê-lo construído. Exige uma pós-graduação mais moderna, ágil e conectada ao mundo real, capaz de produzir pesquisa relevante no curto, médio e longo prazo, com os pés fincados em Sergipe e no Nordeste, formando mestres e doutores com mais rapidez e qualidade, incorporando habilidades comportamentais (Soft Skills), usando a inteligência artificial como aliada cotidiana, jamais como substituta da inteligência humana, e fortalecendo uma internacionalização Sul-Sul e Sul Global, alinhada aos interesses estratégicos do país. Mas também, uma pós-graduação que dialogue com os problemas efetivos do país e do estado de Sergipe, na busca por soluções eficazes e efetivas. Uma pós que ouse e não tenha medo de produzir conhecimentos teórico-práticos, em todas as áreas, e que se abra ao diálogo com entes externos, seja no campo das pesquisas, do financiamento e das soluções para os problemas que a afligem a sociedade brasileira.

Só assim a pós-graduação da UFS continuará a ser aquilo que os dados já começam a mostrar: uma força capaz de transformar pessoas, processos e realidades.

Este texto é, de certa forma, nossa prestação de contas de um ciclo na gestão da UFS. Algo parecido com ver um filho crescer, criar asas e sair pelo mundo. Foram os anos da Quadrienal 2021–2024, com seu planejamento estratégico, o acompanhamento diário dos PPGs, o preenchimento obsessivo da Sucupira, a checagem de cada dado, a homologação do envio final. Foi exaustivo, sim. Mas valeu. Fica a sensação serena de quem lutou o bom combate. Entregamos o melhor que podíamos, com os instrumentos que tínhamos, e encerramos aqui esse capítulo. Aos que assumiram em março de 2025, desejamos êxito e que o próximo ciclo seja tão virtuoso quanto este.

A lista completa de programas e suas notas nas últimas avaliações quadrienais da CAPES podem ser acessadas na Tabela 1 abaixo:

Tabela 1. Programas de Pós-Graduação da UFS: siglas, níveis (Mestrado e Doutorado, Acadêmicos e Profissionais) e conceitos obtidos nas três últimas Avaliações Quadrienais da CAPES.

Nome do Programa SIGLA Nível quadrienal 2013-2016 quadrienal 2017-2020 quadrienal 2021-2024*
ADMINISTRAÇÃO PROPADM ME 3 4 4
ADMINISTRAÇÂO PUBLICA EM REDE NACIONAL PROFIAP MP 3 3 3
AGRICULTURA E BIODIVERSIDADE PPGAGRI ME/DO 4 5 5
ANTROPOLOGIA PPGA ME 3 3 4
ARQUEOLOGIA PROARQ ME/DO 4 4 4
BIOLOGIA DE AGENTES INFECCIOSOS E PARASITÁRIOS PROBIP ME/DO 3 4 4
BIOTECNOLOGIA PROBIO ME 3 4 4
BIOTECNOLOGIA RENORBIO DO 5 6 6
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROCC ME 3 3 4
CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO PPGCI MP/DP 4 4 5
CIÊNCIA DA PROPRIEDADE INTELECTUAL PPGPI ME/DO 3 4 4
CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS P2CEM ME/DO 4 4 4
CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS PROCTA ME 3 3 4
CIENCIAS AMBIENTAIS PROFCIAMB MP 4 4 5
CIÊNCIAS APLICADAS À SAÚDE PPGCAS ME/DO 3 4 4
CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO PPGCNUT ME 3 3 4
CIÊNCIAS DA RELIGIÃO PPGCR ME 3 3 3
CIÊNCIAS DA SAUDE PPGCS ME/DO 5 6 7
CIÊNCIAS DO MOVIMENTO PPGCM ME 3 4 4
CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PPGCF ME/DO 4 4 4
CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS PROCFIS ME/DO 4 4 4
CIÊNCIAS NATURAIS PPGCN ME 3 4
COMUNICAÇÃO PPGCOM ME/DO 3 4 4
DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE PRODEMA ME 4 4 4
DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE PRODEMA DO 5 5 5
DIREITO PRODIR ME 3 4 4
ECOLOGIA E CONSERVAÇÃO PPEC ME/DO 4 5 4
ECONOMIA PPGE ME 3 3 4
ECONOMIA PROPEC MP 3 3 3
EDUCAÇÃO PPGED ME/DO 4 5 5
EDUCAÇÃO INCLUSIVA PROFEI MP  4
ENFERMAGEM PPGEN ME 3 4 4
ENGENHARIA CIVIL PROEC ME 3 3 4
ENGENHARIA E CIÊNCIAS AMBIENTAIS PPGECIA ME 3 3 4
ENGENHARIA ELÉTRICA PROEE ME 3 3 4
ENGENHARIA QUÍMICA PEQ ME 3 3 3
ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA PPGECIMA ME 3 4 4
FILOSOFIA PPGF ME/DO 3 4 5
FÍSICA PPGFI ME/DO 4 4 5
ENSINO DE FISICA PPGPF MP 4 5 4
GEOCIÊNCIAS E ANÁLISE DE BACIAS PGAB ME 3 4 4
GEOGRAFIA PPGEO ME/DO 4 5 5
GESTÃO E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA EM SAÚDE PPGITS MP A 3 3
GESTÃO E REGULAÇÃO DE RECURSOS HIDRICOS PROFAGUA MP  3
HISTÓRIA PROHIS ME/DO 3 4 4
ENSINO DE HISTÓRIA PROFHISTORIA MP/DP 4 5 5
INTERDISCIPLINAR EM CINEMA PPGCINE ME 4 4 4
INTERDISCIPLINAR EM CULTURAS POPULARES PPGCULT ME 3 2
LETRAS PPGL ME/DO 3 4 5
MESTRADO PROFISSIONAL EM LETRAS PROFLETRAS MP 4 4 4
LETRAS ESTRANGEIRAS PPGLES ME A
MATEMÁTICA PROMAT ME 3 3 4
MESTRADO PROFISSIONAL EM MATEMÁTICA PROFMAT MP 5 5 4
ODONTOLOGIA PRODONTO ME/DO 3 4 3
PSICOLOGIA PPGPSI ME/DO 3 4 4
QUÍMICA PPGQ ME/DO 4 5 6
RECURSOS HÍDRICOS PRORH ME/DO 3 4 4
REDE NORDESTE DE ENSINO RENOEN DO A 4
RELAÇÕES INTERNACIONAIS PPGRI ME A
SAÚDE DA FAMÍLIA PROFSAUDE MP 4
SERVIÇO SOCIAL PROSS ME 3 4 4
SOCIOLOGIA PPGS ME/DO 4 5 4
ZOOTECNIA PPIZ ME 3 4 4

* O resultado divulgado ainda é preliminar e poderá ser ajustado pela CAPES na versão final.

** Lucindo José Quintans Júnior. Professor Titular no Departamento de Fisiologia da UFS. Ex-Pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da UFS (Período: 2017-2020 e 2021-2025). E-mail: lucindo@academico.ufs.br

Gladston Rafael de Arruda Santos. Professor Titular no Departamento de Zootecnia da UFS. Ex-Coordenador de Pós-Graduação (Período: 2017-2020 e 2021-2025). E-mail: gladston@academico.ufs.br

 

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