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Santo Antônio: de povoação a bairro de Aracaju (1855-1955)

Por Amâncio Cardoso*

A pitoresca colina do Santo Antônio, zona norte de Aracaju, dá nome a uma área, cuja capela é devotada a este padroeiro. Em outro texto, historiamos o lugar desde o século XVI até a mudança da capital de Sergipe em 1855. Agora, perfazemos outro período: da transferência de São Cristóvão para Aracaju até a metade do século XX.[1]

Meses depois da fundação de Aracaju, a epidemia de cólera-morbo apareceu em Sergipe, em agosto de 1855. Os moradores da recente capital e da povoação do Santo Antônio foram atingidos. Desse modo, algumas providências oficiais foram tomadas: o estudante de medicina Manoel Antônio Marques de Faria, enviado pela Faculdade da Bahia, foi nomeado para socorrer os coléricos da povoação; o “curioso” José Pinto da Cruz levou remédio aos doentes; e o cidadão Manoel Diniz Villas-Boas distribuiu “gêneros alimentícios” entre os moradores do povoado.[2]

Assim que a epidemia se extinguiu, em fevereiro de 1856, a antiga povoação do Santo Antônio retornou à vida normal. As obras de construção de Aracaju foram também retomadas. Neste sentido, uma das primeiras construções de infraestrutura foi a “Estrada Nova” (atual av. João Ribeiro), aberta pelo presidente Inácio Barbosa, ligando a povoação à capital. Mas essa obra começou sem contrato, sem plano e sem orçamento, ficando inconclusa por morte do governante, em outubro de 1855.

Automóvel e Bonde no bairro Santo Antônio, c. 1937. Fonte: http://www.tramz.com/br/ac/ac.html

Entretanto, a abertura da Estrada Nova foi retomada pelo governo seguinte em 1857, sob responsabilidade do construtor José Raimundo Costa Carvalho. Assim, o velho arrabalde da colina ficou conectado a Aracaju por essa via para passagem, sobretudo, dos funcionários públicos que vieram trabalhar na nova capital; e dos viajantes do recôncavo da Cotinguiba, que atravessavam o rio do Sal por balsa de madeira.[3]

Além da Estrada Nova, outro elemento importante de infraestrutura na povoação, foi a fonte de água do Santo Antônio. A construção do equipamento demorou quase um ano, entre o plano e a conclusão da obra: de março de 1857 até abril de 1858. A planta da fonte foi projetada pelo capitão de engenheiro Francisco Pereira da Silva, e a construção ficou a cargo do contratante Manoel José Correia. Desde então, a fonte passou a servir à população.[4]

Para além da infraestrutura de estrada e água, o governo provincial também investiu no serviço de ensino primário para meninos do Santo Antônio por solicitação popular. Em setembro de 1856, representantes de “vários habitantes do Povoado de Santo Antônio, distrito desta cidade [Aracaju]”, solicitaram a criação “de duas cadeiras” de ensino de ambos os sexos, uma vez que o professor de meninos fora transferido e a povoação estava sem mestre escola.[5] No entanto, o governo só autorizou a criação de uma cadeira de ensino elementar apenas para o sexo masculino.

Na ocasião, foi aprovado por concurso para assumir a vaga, em março de 1857, o professor Justino José Ferreira. Dois meses depois, o professor Justino solicitou material didático-pedagógico mínimo para começar suas aulas, a quem faltava “todos os acessórios precisos para o exercício de seu magistério”, alegou o próprio governo. A compra do material foi autorizada, mas não sabemos se a Tesouraria Provincial efetivou a entrega.[6]

Parece que o ensino elementar no antigo povoado da colina continuou precário. Pois em 1879, cerca de duas décadas depois da solicitação do professor Justino, o professor José Avelino de Moraes requereu do governo provincial “o pagamento dos aluguéis da casa” onde funcionava sua aula no Santo Antônio. Há nove meses os aluguéis estavam vencidos. Neste caso, pelo menos, o presidente da província autorizou e efetivou a liquidação da dívida.[7]

Finalmente, um desejo antigo dos moradores do já então “bairro de Santo Antônio do Aracaju” foi satisfeito no campo da educação elementar. Em 1880, cerca de vinte e cinco anos depois da solicitação dos moradores, foi criada a cadeira de ensino misto, regida pela professora Izabel Pinto de Campos.[8]

Saindo do serviço educacional para o da segurança pública, o povoado de Santo Antônio, mesmo antes de se tornar um distrito de Aracaju em março de 1855, ganhou uma subdelegacia de polícia no mês de janeiro do mesmo ano. Essa foi uma das providências tomadas por Inácio Barbosa para preparar o esquema administrativo de mudança da capital.[9]

Mas a aprazível povoação parecia ser um lugar tranquilo. Exemplo disso foi a declaração publicada em 1878 pelo subdelegado, Aprígio da Silva Maynart. Ele escreveu que só designaria “os dias de quartas-feiras” para dar audiência naquele distrito da capital, ou seja, no povoado de Santo Antônio; e apenas “das 11 horas [da manhã] em diante”, sentenciou a autoridade.[10]

Entretanto, às vezes, a tranquilidade do lugar era brutalmente perturbada. Naquele mesmo ano de 1878, por exemplo, o cadete Hilarindo, da companhia de infantaria, andava à tarde “à caça de pássaros” nos arredores do Santo Antônio. Mas no momento em que apontou para o alvo, teria atravessado em sua frente repentinamente, entre a caça e o caçador, uma escravizada do professor Manoel Francisco d’Oliveira. Por esse rompante, ela recebera um tiro no rosto, ficando gravemente ferida. Não sabemos se faleceu. Mas restou-nos a dúvida: este caso foi um acidente ou um crime passional? Pois nos parece muito estranho um militar manusear uma arma com tanto descuido.[11]

Por falar em escravizado, um deles fugiu da casa do primeiro pároco do povoado de Santo Antônio, padre Agostinho Rodrigues Braga, após a mudança da capital. Manoel, jovem de 18 anos, fugira em 1856. Parece que ele havia retornado para a freguesia de Nossa Senhora do Socorro da Cotinguiba, onde morava, até o ano anterior, com o padre Agostinho.[12]

As celebrações religiosas eram outro aspecto importante do povoado de Santo Antônio. A primeira festa de Bom Jesus dos Navegantes, por exemplo, ocorreu ali em janeiro de 1857. A imagem do Bom Jesus e os fiéis saíram em procissão da “capelinha de Santo Antônio” até o antigo porto de Aracaju, onde foram acompanhados por cerca de trinta embarcações, com bandeiras de várias nações, e percorreram o estuário do rio Sergipe, formando “um préstito flutuante”. Até hoje ocorre este evento religioso.[13]

Outro evento religioso tradicional é a festa de Santo Antônio, padroeiro da velha povoação. Em 1874 foi o ano da mais antiga alusão à festa que encontramos.  Neste ano, houve procissão à tarde e “distribuição de esmolas” aos pobres. Já a festa de 1887, a programação foi mais extensa, com missa cantada, procissão, e à noite subiram balões, com uma “linda iluminação a giorno” com archotes e velas.[14]

Recorte do anúncio Festa de Stº Antônio, 1887. Fonte: Diário de Notícias. Aju, 09/08/1887, n.8, p.3.

No início do século XX, a região da aprazível colina também foi afetada pela pandemia de “gripe espanhola”. Em 1918, no posto de atendimento do local, 1.200 gripados foram assistidos. O encarregado era o padre Abílio Mendes; a farmacêutica era Cesartina Régis (1890-1980), a primeira mulher formada em Farmácia no Estado. E quanto à distribuição dos alimentos aos gripados, ela foi realizada pela Associação Comercial de Aracaju.[15]

Passada a pandemia de gripe, a salubre colina de Santo Antônio, local mais alto do bairro, passou a receber novos moradores que ali construíram suas residências de tijolo e alvenaria, em substituição às várias casas de taipa e palha que havia nas chácaras e sítios da região.

Um desses adventícios foi Antônio Garcia Rosa (1877-1960), “o poeta da colina”, que em sua casa, ao lado da capela, recebia intelectuais para tertúlias literárias, “cercado de amigos e admiradores”. O farmacêutico, professor e poeta Garcia Rosa se tornou um patrimônio do Santo Antônio. Assim, um grande amigo e discípulo lhe dedicou estes versos:

“Cantando Aracaju, canto a Colina

De Santo Antônio, onde vivera outrora

Garcia Rosa, – a humana e cristalina

Água da ‘fonte a murmurar sonora’!”[16]

O alto do Santo Antônio tinha uma atmosfera de interior: ar puro e tranquilidade. Por conta disso, o governo instalou, na década de 1940, o Hospital de Tuberculose de Aracaju, numa área de quase cinco hectares. Neste período, a tuberculose era uma das doenças que mais vitimavam fatalmente. Hoje, no local, funciona o Hospital Universitário da UFS, desde 1989, com várias especialidades médicas.[17]

O clima interiorano do bairro se materializa na praça general José de Siqueira Menezes (1852-1931) e no casario circunvizinho, em redor da igreja, no alto da colina. No centro da pracinha está o busto de bronze do general, instalado em 1933, por oferta do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe (IHGSE) ao município, para homenagear o velho combatente da Guerra de Canudos e ex-presidente do Estado.[18]

O autor do busto do general Siqueira foi o famoso escultor mexicano, radicado no Brasil, Rodolfo Bernardelli (1852-1931), cuja obra foi encomendada em 1913 pelo IHGSE, através de subscrição popular, e depois doado à cidade para ser instalado na praça que leva o nome do homenageado. Bernardelli foi professor e diretor da Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, por 25 anos. Ele foi um dos maiores escultores de seu tempo no país.[19]

Aspecto do Hospital de Tuberculose de Aracaju, c. 1960. Fonte: https://www.gov.br/hubrasil/pt-br/hospitais-universitarios/

Além da praça, da igreja e do mirante, a área passou a abrigar também casas residenciais de diferentes estilos. Uma delas era a bela residência ajardinada do comerciante de ferragens, e mecenas de literatos, José da Silva Ribeiro. Nesta casa, se instalou, na década de 1920, a Hora Literária Santo Antônio, embrião da Academia Sergipana de Letras, fundada em 1929 numa sala dessa residência, na qual se realizou a sessão inaugural. O imóvel depois virou Convento dos frades Franciscanos, e hoje abriga a congregação religiosa das irmãs Teresinhas.[20]

Ainda no início da década de 1920, uma obra de “grande vulto”, conforme o governante da época, foi o “desbastamento do morro de Santo Antônio” para permitir melhor acesso aos veículos e para promover a construção de novas “habitações naquele ponto aprazível”, disse o chefe do Estado. Foi nesta década que os veículos automotores passaram a circular cada vez mais pela cidade.[21]

Além dos automóveis, no início do século XX, os bondes também chegaram ao sopé da colina do Santo Antônio. Primeiro, foram os vagões de tração animal, a partir de 1908. E em 1926, os bondinhos foram eletrificados, servindo aos moradores do velho arrabalde, que saltavam do vagão e subiam a pé a ladeira; ou, ao contrário, pongavam no bonde e percorriam pela Estrada Nova (atual av. João Ribeiro) até o centro de Aracaju.[22]

Há muito tempo, a colina do Santo Antônio se tornou um lugar simbólico da cidade por sua História de ligação umbilical com Aracaju. Pois foi nesse local onde ocorreu a reunião da Assembleia Provincial que aprovou o projeto de transferência da capital, em março de 1855. Por conta dessa tradição e como mirante privilegiado da região, vários literatos fixou a colina em suas obras.

Um desses escritores foi, por exemplo, Amando Fontes (1899-1967), autor do clássico Os Corumbas, editado em 1933. O enredo se passa em Aracaju, e um dos cenários do romance realista é o bairro e colina do Santo Antônio.

Em um passo da obra, os noivos Caçulinha Corumba e o sargento Zeca foram passear numa linda tarde na colina, após a noiva sair da fábrica de tecido onde trabalhava. “Encontraram [o mirante] S. Antônio quase deserto (…). E ficaram por algum tempo calados, mirando a beleza da paisagem que se desdobrava a seus pés”.

Lá de cima, o casal contemplou o subúrbio, com casas, “ora de palha, ora de telha”. Mais adiante, “o cemitério de S. Isabel”. Depois a cidade, “amontoado de tetos vermelhos, afogados entre o verde dos coqueiros e das árvores que vicejavam nos quintais”. Mais longe, o imenso “Atlântico”. E bem distante, “quase imperceptível, o vulto esguio da Atalaia Velha, com seu farol rotativo já aceso”. Para leste, avistaram o “coqueiral, verde e sem fim” da Barra dos Coqueiros e da Atalaia Nova. Por fim, entre a cidade e a ilha, “o rio [Sergipe] largo de águas calmas”, por onde flutuavam saveiros. Na ficção e na realidade, a colina era, e ainda é, um local privilegiado para contemplar a paisagem aracajuana.[23]

Até aqui, vimos que a antiga povoação, e atual bairro, mantém com Aracaju mais que uma ligação histórica e patrimonial. O lugar possui com a cidade uma coesão sentimental, afetiva, cujo crescimento urbano, muitas vezes desordenado, não deveria comprometer o clima bucólico que ainda imprime, de forma indelével, na alma de moradores e de visitantes.

*O autor do texto nasceu e cresceu no Bairro Santo Antônio, em Aracaju. 

Referências:

[1] CARDOSO, Amâncio. Povoado Santo Antônio do Aracaju: notas para sua História. In Sergipe: História, Cultural e Turismo. Aracaju: ArtNer, 2023. p. 13-21.

[2] Correio Sergipense. Aracaju, 1º de dezembro de 1855, nº 56, p. 02; Barão de Maruim. Relatório com que entregou a presidência da província. Aracaju: Typ. Provincial de Sergipe, 27 de fevereiro de 1856. p. 23; Correio Sergipense. Aracaju, 11 de maio de 1856, nº 28, p. 02.

[3] SÁ e Benevides, Salvador Correia de. Relatório com que foi aberta a Assembleia Provincial. Aracaju: Typographia Provincial de Sergipe, 1º fevereiro de 1857. p. 18-19; Correio Sergipense. Aracaju, 18 de fevereiro de 1857, nº 10, p. 02; Correio Sergipense. Aracaju, 11 de abril de 1857, nº 19, p. 02.

[4] Correio Sergipense. Aracaju, 21 de março de 1857, nº 17, p. 04; Correio Sergipense. Aracaju, 28 de março de 1857, nº 18, p. 02; Correio Sergipense. Aracaju, 17 de junho de 1857, nº 28, p. 03; Correio Sergipense. Aracaju, 19 de setembro de 1857, nº 42, p. 02; Correio Sergipense. Aracaju, 23 de dezembro de 1857, nº 57, p. 02; Correio Sergipense. Aracaju, 15 de maio de 1858, nº 26, p. 01; Correio Sergipense. Aracaju, 10 de abril de 1858, nº 16, p. 02.

[5] Correio Sergipense. Aracaju, 20 de setembro de 1856, nº 51, p. 02.

[6] Correio Sergipense. Aracaju, 12 de novembro de 1856, nº 64, p. 01; Correio Sergipense. Aracaju, 21 de março de 1857, nº 17, p. 04; Correio Sergipense. Aracaju, 23 de maio de 1857, nº 25, p. 02.

[7] Jornal de Sergipe. Aracaju, 20 de dezembro de 1879, nº 119, p. 03.

[8] Jornal de Sergipe. Aracaju, 13 de setembro de 1880, nº 83, p. 02; Jornal de Sergipe. Aracaju, 04 de setembro de 1880, nº 80, p. 01.

[9] Correio Sergipense. Aracaju, 31 de janeiro de 1855, nº 08, p. 02.

[10] Jornal do Aracaju, 28 de setembro de 1878, nº 992, p. 04.

[11] Jornal do Aracaju, 19 de março de 1878, nº 934, p. 04.

[12] Correio Sergipense. Aracaju, 25 de agosto de 1855, nº 39, p. 04; Correio Sergipense. Aracaju, 16 de abril de 1856, nº 20. p. 04; Correio Sergipense. Aracaju, 02 de agosto de 1856, nº 40, p. 04.

[13] Correio Sergipense. Aracaju, 19 de janeiro de 1857, nº 01, p. 03.

[14] Jornal do Aracaju, 10 de junho de 1874, nº 491, p. 04; Diário de Notícias. Aracaju, 09 de agosto de 1887, nº 08, p. 03.

[15] LOBO, José Joaquim Pereira. Mensagem apresentada à Assembleia Legislativa. Aracaju, 07 de setembro de 1919. p. 65-66.

[16] CABRAL, Mário. Roteiro de Aracaju. 3. ed. Aracaju: Banese, 2001. p. 177-180; FIGUEIREDO, Jacintho de. Motivos de Aracaju. 3. ed. Aracaju: Funcaju, 2000. p. 71.

[17] DANTAS, Manuel. Mensagem apresentada à Assembleia Legislativa, em 07 de setembro de 1930. Aracaju: Imprensa Oficial, 1930. p. 24.

[18] Busto em bronze do General Siqueira Menezes. Revista do IHGSE. Aracaju, v. 1, nº 2, p. 71-81, 1913; Disponível em: https://www.recantodasletras.com.br/. Acesso: 02/04/2026.

[19] Rodolfo Bernardelli. Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/. Acesso: 04/04//2026.

[20] RIBEIRO, Marcelo da Silva (Org.). Quadros de Aracaju: lembranças do meu tio boêmio Lito. Aracaju: Infographics, 2020. p. 79-89; Quem Somos. Disponível em: https://letrassergipanas.com.br/. Acesso: 03/04/2026.

[21] LOBO, José Joaquim Pereira. Mensagem apresentada à Assembleia Legislativa. Aracaju, 07 de setembro de 1922, p. 66.

[22] CARDOSO, Amâncio. Aracaju no Tempo do Bonde: entre História e Memórias, 1908–1950. Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, [S. l.], v. 2, n. 48, p. 297–313, 2019. Disponível em: https://periodicos.ufs.br/rihgse/article/view/12440. Acesso em: 03/04/2026; CARDOSO, Amâncio. “Os Arranca Bofes”: Aracaju e os bondes puxados por burros, 1908-1926. Disponível em: https://www.destaquenoticias.com.br/. Acesso: 03/04/2026.

[23] FONTES, Amando. Os Corumbas. 23. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1999. p. 127-128.

O texto acima é opinião do autor e não representa necessariamente o pensamento do site Destaquenoticias.

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1 Comment

  1. Adelson Aquino dos Santos disse:

    Na última reforma que fizeram no espaço da colina onde se vê grande parte da cidade fizeram uma coisa que me deixou revoltado, chateado: retiraram todos os bancos que serviam para a comunidade sentar e passar momentos desfrutando da paisagem e da tranquilidade do lugar. Hoje, quem vai até lá, só

    encontra um espaço para passar poucos minutos e depois vão embora. Só quem frequentava esses bancos que existiam lá sabem bem o que representavam para o lugar. São reformas feitas para acabar com algo que perturbam os moradores e acabam destruindo tudo que era bom de viver. Não sei se alguém protestou à essa reforma , fica aqui minha observação sobre esse belíssimo lugar.

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