Na avaliação de Ophir Cavalcante, algumas decisões de Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) que estão liberando candidatos chamados "fichas sujas" - ou seja, aqueles que já têm condenações de órgãos colegiados da Justiça e, portanto, pela lei deveriam ser barrados -, devem ser corrigidas por parte do Tribunal Superior Eleitoral e Supremo Tribunal Federal. "São decisões pontuais que receberão correções dos Tribunais superiores", disse. Para ele, os percalços iniciais para aplicação da Lei do Ficha Limpa, "num primeiro momento, devem ser interpretados como resistência à quebra de cultura e paradigmas, o que sempre enfrenta reações".